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Poésie du bitume

Bakar

Letra

Poesia do Asfalto

Poésie du bitume

tantos anos aprimorando minha poesia do asfaltotant d'années à pofiner ma poésie du bitume
quem se diz mais forte ainda não sofreuceux qui se prétendent être les plus forts n'ont pas encore morfler
não mede meu caminho, você não conhece minha vida de quebradane mesure pas mon parcours tu ne connais pas ma vie de quarier
podemos tentar ser durões, mas às vezes o coração fica feridoon a beau faire les durs et parfois on a le coeur bléssé
não vivemos a vida que gostaríamoson ne mène pas la vie que l'on auraient souhaiter
sentado num banco, orgulhoso demais pra usar o verbo amarle cul sur un banc trop fière pour utiliser le verbe aimer
é de perrengue em perrengue que a gente atravessa a vida lá de baixoc'est de galères en galères qu'on arppente la vie d'en bas
é por causa dos filhos que nossos pais se mataram trabalhandoc'est pour leurs gosse que nos rents-pa se sont flingués la santé
respeito a todas as mulheres e africanas que continuam na lutarespects à toutes les femmes et africaines qui continuent le combat
apesar das grandes patas do estado, não vamos desistirmalgrès les grosses pattes de l'état ne baissons pas les bras
não esqueçam que os estrangeiros foram sua primeira mão de obran'oublier pas que les étrangers étaient votre première main d'oeuvre
nem um único retorno gracioso, entendam a dor no coraçãomême pas un seul retour gracieu comprenez le mal de coeur
e eles fizeram um slogan: geração blacks, blancs, beursils en ont fait un sloggant génération blacks,blancs,beurs
quantos sonhos desmoronados como o World Trade Centercombien de rêves éffondrés comme le World Trate Center
quantos irmãos viram seus filhos serem cortados por uma balacombien de frères ont vu leur fils écourtaient d'une balle
eu fico puto de ver os mesmos sendo expulsos, bando de filhos da putaj'en ai la rage de voir les mêmes expulsés bande de batards
então eu rimo e escrevo pra que me ouçamalors je rappe et j'écris pour qu'on m'entendent
e às vezes o coração sangraet parfois on a le coeur qui saigne
porque na quebrada, mesmo na merda, a gente se amacar en banlieu même dans la merde on s'aime
nos nossos bairros não tem só violência e drogasdans nos quartiers il n'y a pas que la violence et les drogues
também tem gente boa e corações de ouroil y a aussi des gens tendre et des coeurs d'or
eu tenho tantas coisas pra dizer, não terminei de escrever os versosj'ai tellement de choses à dire j'ai pas fini d'écrire des couplets
às vezes falta coragem, a gente é tentado a experimentar a depressãoparfois on manque d'oseil on est tenter à de goutter la depression en
em meio a essa busca pela bebidatrain de SEURCHMA de la boisson
ingerindo esse veneno, é uma descida rumo à destruiçãoingurgitant ce poison c'est de la descente à la destruction
eu trabalho duro porque só tenho um desejo: brilharje bosse d'arache pied car j'ai qu'une seule envie c'est de percer
sei que o peso das minhas palavras pode impactar os moleques da quebradaje sais que le poids de mes mots peut engraîner les gosses de quartiers
eu chamo isso de extorsão quando eles nos fazem pagar impostosj'appelle ça du racket quand ils nous font racler les impôts
ou andam de mãos dadasou marcher main dans la main
por causa da grana, a gente se vira as costasà cause des tunes on se fait tourner le dos
caralho, é difícil, eu não sabia que era assim a vidaputain c'est dur je savais pas que c'était ça la vie
nunca imaginei que você teria coragem de me fazer isso, meu amigoj'aurais jamais imaginé que tu oserais me la mettre toi mon ami
existem armas rodandoil y a des armes qui tournent
no final de cada golpe ruim, a prisão se abreau bout de chaques mauvais coup il y a la prison qui s'ouvre
só pensamos em nós quando dizemos que não estamos nem aíon pense qu'à soit quand on dit qu'on sen bat les couilles
mas são nossas mães que sofremmais c'est nos mères qui souffrent
eu carrego o peso dos meus erros nos ombrosje porte le poids de mes erreurs sur mes épaules
amigos, me perdoem se minha raiva os feriules amis pardonnez moi si ma colère vous a blaisser
vamos viver os momentos presentes, amanhã talvez no trampovivons les instants présents demain peut être au taff
não espere o infortúnio te atingir pra dizer: se eu soubesseattends pas que le malheur te frappe pour te dire si j'avais su
tristemente machucado, passo um tempo, preciso desabafartristement écorché passe un bit faut que j'évacue
eu talvez tenha um pé na merdaj'ai peut être un pied dans la sère-mi
mas o sheitan não vai me fazer cedermais le sheitan ne me fera pas fléchir
eu rezo se tocarem na famíliaje prie si on touche à la famille
eu coloco coração na escritaje met du coeur à l'écriture
as cicatrizes ficam pra vida todales cicatrices se gardent à vie
então eu trabalho pela paz, punho levantadoalors j'oeuvre pour la paix le point levé
26 velas sopradas, dessa vida a gente sai26 bougies soufflées de cette vie on en sort
marcado, sem fôlegomarqué, essouflé
me faço um monte de perguntas sobre o futuroje me pose un tat de questions sur l'avenir
ou como fazer granaou comment faire du bifton
eu não seria BAKAR sem meu parceiro AABOUje ne serais pas BAKAR sans mon pote AABOU
eu não quero que meus futuros filhosje ne veux pas que mes futurs petits
vejam seu pai na cadeiavoit leur père au placard
fácil de dizer, mas difícil quando não tem granafacile à dire mais difficle quand il n'y a pas de gent-ar
então a gente se mantém em equilíbrio da melhor forma que podealors on se tiens en équilibre du mieux qu'on peut
eu agradeço minha equipeje remercie mon équipe
um salve especial pro LE BALAFRéune spéciale pour LE BALAFRé
cuida da sua pequenaprends soin de ta petite
TEFA, cuida de vocêTEFA prends soin de toi
MASTA, dá um beijo no seu pequenoMASTA embrasse ton petit
um grande obrigado a DJ BOUDJ, KILOMAITRE e minha músicaun grand merci a DJ BOUDJ , KILOMAITRE et ma musique
aqueles que trilham o caminho da independência artísticaà ceux qui empreinte le chemin de l'indépendance artistique
2006, a vida é brutal, pergunta pro KERY2006 la vie est brutal demande à KERY

a esperança no fim da minha canetal'espoir au bout de ma plume
toda minha raiva está na escritatoute ma rage est dans l'écriture
é por todas as quebradas quec'est pour toutes les banlieues que
eu cuspo minha poesia do asfaltoje crache ma poésie du bîtume
me deixe rimar, sai da frentelaisse moi raper dégage de là
me deixe cantar livrelaisse moi le chant libre
a TV nos cegala télé nous aveuglent
e o dinheiro nos assassinaet il y a l'argent qui nous assassine
(X 3)( X 3 )


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