The Nausea
Dismenbered soul, I always knew
you would never be prepared for this
In self-contemp you loose your name
falling in a point of nothingness.
Disguise your body to hide your shame
avoiding my revealing gaze
the whole of your being now seems to be clear
but your face still remains the same.
Don´t be afraid, pain will be pleasure
when your senses can open their locks
spread the cold venom in your veins
freezing the nerves of your petrified limbs.
Your faded shadow is melted wax
and you swim in its burning waves
I´m your sickness, I´m your health
I´ll take you to the wrinkles of life.
Welcome to my horrid hole
Welcome to my nauseant dread.
Put aside the will to live
take apart prejudice
see the morbid way you exist
Don´t hear me now, I´m not real.
Carrying along
the gods you have created
you still don´t feel my force
I´ve come from the unknown.
Better ways to die
I can show you with one hand
but I don´t need what you can give
you make the last choice.
Weird faces float in a four dimensional plane
Bodies within bodies being not bodies,
at least, the bodies I know.
Hanging organs, putrid ideas, worms
I have to know
I have to feel
I find more pain
Going down to mindless existence
there´s no more good or bad reasons.
Formless humanity, a brutal wound.
In your innards nothing is sure.
A shameful life, the same as death,
trying to leave the void in you.
Tied up by faith, tied up by form
tied by your will
No existent being at first or last
you´re still nothing
Your lord is dead, was ever dead
you couldn´t know
A viscous fluid trap your emotions
in this purulent world.
Break the subtle chains/ "What?"
the web where you´re in as a trapped fly.
Spit the holy things/ "Never!"
they´re just a tale of the greatest show.
None´s at your side, you´re a lonesome grain
in the fruitless human dune.
There´s something you can do/ "Tell me!"
only you can know you´re what you have done.
A Náusea
Alma desmembrada, eu sempre soube
que você nunca estaria preparado pra isso
Na autodesprezo você perde seu nome
caindo em um ponto de nada.
Disfarce seu corpo pra esconder sua vergonha
evitando meu olhar revelador
todo o seu ser agora parece claro
mas seu rosto ainda continua o mesmo.
Não tenha medo, a dor será prazer
quando seus sentidos puderem abrir suas trancas
espalhe o veneno frio nas suas veias
congelando os nervos dos seus membros petrificados.
Sua sombra desbotada é cera derretida
e você nada em suas ondas ardentes
Eu sou sua doença, eu sou sua saúde
Eu te levarei às rugas da vida.
Bem-vindo ao meu horrendo buraco
Bem-vindo ao meu medo nauseante.
Deixe de lado a vontade de viver
desmonte o preconceito
veja a forma mórbida como você existe
Não me ouça agora, eu não sou real.
Carregando junto
os deuses que você criou
você ainda não sente minha força
Eu vim do desconhecido.
Melhores maneiras de morrer
Eu posso te mostrar com uma mão
mas eu não preciso do que você pode dar
você faz a última escolha.
Rostos estranhos flutuam em um plano quadridimensional
Corpos dentro de corpos que não são corpos,
pelo menos, os corpos que eu conheço.
Órgãos pendurados, ideias podres, vermes
Eu preciso saber
Eu preciso sentir
Eu encontro mais dor
Descendo para uma existência sem sentido
não há mais razões boas ou más.
Humanidade amorfa, uma ferida brutal.
Dentro de você nada é certo.
Uma vida vergonhosa, a mesma que a morte,
tentando deixar o vazio em você.
Amarrado pela fé, amarrado pela forma
amarrado pela sua vontade
Nenhum ser existente no começo ou no fim
você ainda é nada
Seu senhor está morto, sempre esteve morto
você não poderia saber
Um fluido viscoso aprisiona suas emoções
neste mundo purulento.
Quebre as correntes sutis/ "O quê?"
a teia onde você está como uma mosca presa.
Cuspir as coisas sagradas/ "Nunca!"
esse é apenas um conto do maior espetáculo.
Ninguém está ao seu lado, você é um grão solitário
na duna humana estéril.
Há algo que você pode fazer/ "Me diga!"
apenas você pode saber que você é o que fez.