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O Rei dos Condenados

Barloventos

El Rey de Los Condenados

Surcando los mares de historias perdidas se alza la niebla maldita
Con velas oscuras y acero en su piel, que el viento lo guie hasta el amanecer

Cuentan que el viento obedece al capitán, que arrastra tormentas a su navegar
¡No teme a los dioses! Ni al juicio final, su barco es leyenda y su reino es el mar

En cada puerto se escuchara, ¡el eco de un trueno que anuncia el final!

Es el barco del rey pirata, que entre olas su furia desata
¡Cuidado marinos al oír su voz!, que la muerte navega en su negro timón

Navega en la niebla esa bestia de acero, su traje es de huesos y fuego
Con sangre en las manos y hierro en la piel, su sombra se alza en la noche cruel

Ondea su bandera negra con calaveras, la Luna le sigue cual fiel prisionera
¡Fantasmas y espectros su tripulación!, reculan las almas de su maldición

Y hoy los vientos traen su canción, el barco fantasma no tiene perdón

Es el barco del rey pirata, que entre olas su furia desata
¡Cuidado marinos al oír su voz!, que la muerte navega en su negro timón

Millones de vidas robo al navegar, su eterna condena nunca acabara
Pero en cada puerto alguien contara, ¡que el rey de los mares jamás morirá!

Es el barco del rey pirata, que entre olas su furia desata
¡Cuidado marinos al oír su voz!, que la muerte navega en su negro timón

O Rei dos Condenados

Cruzando os mares de histórias perdidas se ergue a névoa maldita
Com velas escuras e aço na pele, que o vento o guie até o amanhecer

Dizem que o vento obedece ao capitão, que arrasta tempestades ao navegar
Não teme aos deuses! Nem ao juízo final, seu barco é lenda e seu reino é o mar

Em cada porto se ouvirá, o eco de um trovão que anuncia o final!

É o barco do rei pirata, que entre ondas sua fúria desata
Cuidado marinheiros ao ouvir sua voz!, que a morte navega em seu timão negro

Navega na névoa essa besta de aço, seu traje é de ossos e fogo
Com sangue nas mãos e ferro na pele, sua sombra se ergue na noite cruel

Voa sua bandeira negra com caveiras, a Lua o segue como fiel prisioneira
Fantasmas e espectros sua tripulação!, recuam as almas de sua maldição

E hoje os ventos trazem sua canção, o barco fantasma não tem perdão

É o barco do rei pirata, que entre ondas sua fúria desata
Cuidado marinheiros ao ouvir sua voz!, que a morte navega em seu timão negro

Milhões de vidas roubou ao navegar, sua eterna condenação nunca acabará
Mas em cada porto alguém contará, que o rei dos mares jamais morrerá!

É o barco do rei pirata, que entre ondas sua fúria desata
Cuidado marinheiros ao ouvir sua voz!, que a morte navega em seu timão negro

Composição: Barloventos