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Corações

Barnabas

Hearts

Moving through the hills above a twisted paradise
The city spreads like scattered jewels across a velvet night
Streets below are churning, hungry and alive
Rainbow's end for those who win; others won't survive

Stepping from a bus into this dog-eat-kitten world
Passing through the turnstile, a frightened, lonely girl
Small town misconceptions of Eden by the sea
Foggy dreams of youth explode in stark reality
The grass looked so much greener on the hills beyond her own
Leaving everything behind, heading out alone

Momentary panic rising in the throat
Never turning back now, never losing hope
No intimidation, choking back the tears
Hell has no device against the hearts that feel no fear

Captured for awhile in the nightly glitter life
A less than righteous carnival of dangerous delights
Going through the motions, playing out each part
Outside, cool indifference; inside, pleading hearts
The craving for affection is much stronger when alone
Character reveals herself when need cuts to the bone

Momentary panic rising in the throat
Never turning back now, never losing hope
Those who wait in solitude must learn to persevere
Hell has no device against the hearts that feel no fear

Caught up in the magic of a perfect summer's night
The city spreads like scattered jewels beyond the realms of sight
Onshore breeze is blowing, warm and whispering
Heartbeat pound of distant surf completes the fantasy
The rainbow's end is always near to those with ears to hear
Hell has no device against the hearts that feel no fear

No storm lasts forever, darkness cannot last
The iron bars of evil are shattering like glass
The presence of a shadow only means the light is near
Hell has no device against the hearts that feel no fear

Corações

Movendo-se pelas colinas acima de um paraíso torto
A cidade se espalha como joias espalhadas em uma noite de veludo
As ruas abaixo estão fervilhando, famintas e vivas
O fim do arco-íris para quem vence; os outros não vão sobreviver

Saindo de um ônibus nesse mundo onde o cachorro come o gato
Passando pelo catraca, uma garota assustada e solitária
Equívocos de uma cidade pequena sobre o Éden à beira-mar
Sonhos nebulosos da juventude explodem na dura realidade
A grama parecia muito mais verde nas colinas além da sua própria
Deixando tudo para trás, partindo sozinha

Pânico momentâneo subindo pela garganta
Nunca voltando agora, nunca perdendo a esperança
Sem intimidação, segurando as lágrimas
O inferno não tem artifício contra os corações que não sentem medo

Capturada por um tempo na vida brilhante da noite
Um carnaval menos que justo de prazeres perigosos
Seguindo os movimentos, interpretando cada parte
Fora, uma indiferença fria; dentro, corações suplicantes
A necessidade de afeto é muito mais forte quando se está sozinho
O caráter se revela quando a necessidade corta até o osso

Pânico momentâneo subindo pela garganta
Nunca voltando agora, nunca perdendo a esperança
Aqueles que esperam na solidão devem aprender a perseverar
O inferno não tem artifício contra os corações que não sentem medo

Pegos na magia de uma noite perfeita de verão
A cidade se espalha como joias espalhadas além dos limites da visão
A brisa do mar sopra, quente e sussurrante
O batimento do coração do surf distante completa a fantasia
O fim do arco-íris está sempre perto para quem tem ouvidos para ouvir
O inferno não tem artifício contra os corações que não sentem medo

Nenhuma tempestade dura para sempre, a escuridão não pode durar
As barras de ferro do mal estão se quebrando como vidro
A presença de uma sombra só significa que a luz está perto
O inferno não tem artifício contra os corações que não sentem medo

Composição: Karyn Klingensmith