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Pecados dos Pais

Barnabas

Sins Of The Fathers

Timeless, on the edge of any city
A field of weathered stones
Watching, all alone
Marks the fitful resting place
Of silent, stirring bones
Some that pass before us
We, in guilt, cannot let go

An old man runs his hands through tattered memories
Of dreams that wouldn't wait
The future; much too late
One foot caught in yesterday, the other near the grave
Conveniently removed from sight
With little fight, he fades away

So many things remain unsaid
So many signals never read
Behold the unenlightened truth
Of blind, unfeeling youth

Growing up, a child is surrounded
Towering above, so rudely pushed and shoved
By those who've lost the child-heart
Demanding, without love
Limping into parenthood
The son becomes what father was

So many things remain unsaid
So many signals never read
Behold the pitiful results
Of unfulfilled adults

The rivers of our lives run
Under many bridges burned
No river runs forever
Is a lesson sorely learned

So little time for things unsaid
So little time before we're dead
Behold life's bright and fragile flower
So easily devoured

Timeless, on the edge of any memory
A figure stands alone
A knife-blade, keen and cold
That wounds the heart of every man
Who's love was never told
Some that pass before us
We, in guilt, cannot let go

Pecados dos Pais

Sem tempo, à beira de qualquer cidade
Um campo de pedras desgastadas
Observando, sozinho
Marca o lugar de descanso inquieto
De ossos silenciosos e agitados
Alguns que passam diante de nós
Nós, na culpa, não conseguimos deixar ir

Um velho passa as mãos por memórias esfarrapadas
De sonhos que não esperariam
O futuro; muito tarde
Um pé preso no ontem, o outro perto do túmulo
Convenientemente afastado da vista
Sem muita luta, ele desaparece

Tantas coisas permanecem não ditas
Tantos sinais nunca lidos
Eis a verdade não iluminada
Da juventude cega e insensível

Crescendo, uma criança é cercada
Erguendo-se acima, tão rude, empurrada e empurrada
Por aqueles que perderam o coração infantil
Exigindo, sem amor
Mancando rumo à paternidade
O filho se torna o que o pai foi

Tantas coisas permanecem não ditas
Tantos sinais nunca lidos
Eis os resultados lamentáveis
De adultos não realizados

Os rios de nossas vidas correm
Sob muitas pontes queimadas
Nenhum rio corre para sempre
É uma lição dolorosamente aprendida

Tão pouco tempo para coisas não ditas
Tão pouco tempo antes de estarmos mortos
Eis a flor brilhante e frágil da vida
Tão facilmente devorada

Sem tempo, à beira de qualquer memória
Uma figura fica sozinha
Uma lâmina de faca, afiada e fria
Que fere o coração de todo homem
Cujo amor nunca foi declarado
Alguns que passam diante de nós
Nós, na culpa, não conseguimos deixar ir

Composição: