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Niya

Batalion d'Amour

Niya

Ju¿ nie budz± mnie u¶pione
W moich my¶lach tamte dni
Nie dotyka mnie Twój gniew i lêk
Teraz stojê tu przed Tob±
Oczom Twym pokazaæ chcê
Jakie cienie znów zakre¶la zmierzch

Powracam choæ nie widzisz mnie
W barwach bia³ych ró¿
Rozcinam ból i g³adzê szk³em
Wspomnienia znów…

Rozwartymi oczami w pustkê
Pani ¦mierci patrzy martwo
U jej nóg p³on± trzaski niespe³nionych pragnieñ
Dym zasnuwa cia³o

Wasze g³osy coraz ciszej
Gin± ju¿ nie rani± mnie
Coraz mniej uczucia we mnie jest
Mym ostatnim tchnieniem dajê
To co ona zabraæ chce
Ch³odn± d³oni± g³adzê Ciê do snu
Nigdy ju¿ nie dotkniesz mnie
W darze sk³adam ka¿dy dzieñ
Nigdy nie us³yszysz moich s³ów
Martwy gest i pusty ¶miech
Zawsze otacza³y Ciê
Teraz popatrz zosta³ tylko ból

Powracam choæ nie widzisz mnie
W barwach bia³ych ró¿
Rozcinam ból i g³adzê szk³em
Wspomnienia znów…

Rozwartymi oczami w pustkê
Pani ¦mierci patrzy martwo
Ostrym ksiê¿ycem ¿³obi wnêtrze
Rani cia³o…

Niya

Ju não me acorde, estou perdido
Em meus pensamentos aqueles dias
Teu ódio e medo não me tocam
Agora estou aqui diante de ti
Quero mostrar aos teus olhos
Quais sombras o crepúsculo desenha de novo

Volto, embora não me vejas
Nas cores das rosas brancas
Corto a dor e aliso com vidro
As memórias de novo...

Com os olhos abertos no vazio
A Senhora da Morte olha friamente
Aos seus pés queimam estalos de desejos não realizados
A fumaça encobre o corpo

Suas vozes estão cada vez mais baixas
Já não me ferem mais
Cada vez menos sentimentos há em mim
Com meu último suspiro eu dou
O que ela quer levar
Com a mão fria eu te aliso para o sono
Nunca mais me tocarás
Em presente eu ofereço cada dia
Nunca ouvirás minhas palavras
Um gesto morto e uma risada vazia
Sempre te cercaram
Agora olha, só restou a dor

Volto, embora não me vejas
Nas cores das rosas brancas
Corto a dor e aliso com vidro
As memórias de novo...

Com os olhos abertos no vazio
A Senhora da Morte olha friamente
Com a lâmina afiada ela fere o interior
Fere o corpo...