Convivencia
Sueno por la presión de sonar impresionante
Mi autoexigencia está un paso adelante
Y aunque no es de emergencia, parece alarmante
Tener una audiencia que opine de tu arte
BAV y Paula viven un desafío constante
Pau es una niña, BAV vive a lo grande
Pero después de todo está la más importante
BAV quiere que la amen y Pau busca amarse
Y este forma parte de las dos
Pau no quiere hablar y BAV trabaja con su voz
Convivencia difícil es la que les pesa
Cuando su residencia se reduce a su cabeza
Empieza la acción, yo vi una competición
Y si queda tiempo, libre al estudio de grabación
A BAV le gusta el juego y lo ve como obligación
Para Pau es su vida, ella se vuelve una obsesión
Pau cuando puede al influenciarse ajusta
Hacer lo que te gusta, a veces también te frustra
BAV vive de forma única, like, figura pública
Lo irónico e ilógico, es que el público le asusta
¿Y por qué frenar significa rendirme?
Quizás sea una pausa que tenga que permitirme
El rap es mi pasatiempo, una obligación lo arruina
Empecé a pensar que a veces pesan mis rimas
Por más absurdo que lo ven, desde afuera adentro quema
Puedo decir que sí, que el rap a mí me llena
Y no por eso digo que sean todas cosas buenas
Porque hasta el más alegre viene lleno de problemas
Rebeldias guardadas por conservar una imagen
Vivir frustrada por darle vida a ese personaje
Estaría encantada de que mi BAV se relaje
Pero a mi Paula le importa mucho más su mensaje
24 horas no alcanzan y 7 días son pocos
Me estoy volviendo loca por dejar al resto locos
Pau mirada baja, BAV bajo los focos
BAV ahora mismo encaja, Pau no encaja en otros
No hay una parte oscura porque Pau todo lo aclara
Pero su tono gris es cuando BAV no da la cara
Desde que esta convivencia se mostró en acción
Mi mayor enemigo se volvió mi propia unión
No hay una parte oscura porque Pau todo lo aclara
Pero su tono gris es cuando BAV no da la cara
Desde que esta convivencia se mostró en acción
Mi mayor enemigo se volvió mi propia unión
Convivência
Suenho pela pressão de parecer impressionante
Minha autoexigência tá sempre um passo à frente
E embora não seja emergência, parece alarmante
Ter uma plateia que opina sobre sua arte
BAV e Paula vivem um desafio constante
Pau é uma menina, BAV vive em grande estilo
Mas depois de tudo, tem a mais importante
BAV quer ser amada e Pau busca se amar
E isso faz parte das duas
Pau não quer falar e BAV trabalha com sua voz
Convivência difícil é a que pesa
Quando sua residência se resume à sua cabeça
Começa a ação, eu vi uma competição
E se sobrar tempo, livre pro estúdio de gravação
A BAV gosta do jogo e vê como obrigação
Pra Pau é sua vida, ela se torna uma obsessão
Pau, quando pode, se ajusta ao influenciar
Fazer o que gosta, às vezes também pode frustrar
BAV vive de forma única, tipo, figura pública
O irônico e ilógico é que o público a assusta
E por que parar significa se render?
Talvez seja uma pausa que eu tenha que me permitir
O rap é meu passatempo, uma obrigação o arruina
Comecei a pensar que às vezes pesam minhas rimas
Por mais absurdo que pareça, de fora queima
Posso dizer que sim, que o rap me preenche
E não por isso digo que são todas coisas boas
Porque até o mais alegre vem cheio de problemas
Rebeldias guardadas pra manter uma imagem
Viver frustrada por dar vida a esse personagem
Estaria encantada se minha BAV relaxasse
Mas pra minha Paula, o que importa é sua mensagem
24 horas não são suficientes e 7 dias são poucos
Tô ficando louca por deixar o resto louco
Pau com a cabeça baixa, BAV sob os holofotes
BAV agora se encaixa, Pau não se encaixa em outros
Não há uma parte escura porque Pau tudo esclarece
Mas seu tom cinza é quando BAV não dá a cara
Desde que essa convivência se mostrou em ação
Meu maior inimigo se tornou minha própria união
Não há uma parte escura porque Pau tudo esclarece
Mas seu tom cinza é quando BAV não dá a cara
Desde que essa convivência se mostrou em ação
Meu maior inimigo se tornou minha própria união
Composição: BAV / Nicolás Agesta