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The Chant From The Eastern Lands

Behemoth

Letra

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The Chant From The Eastern Lands

[cd 1 - Storms to Unleash]

In the forests of eternal dreaming
Old oaks lighted up by the fullmoon's light
The coldness of dungeon touches the inside of wooden maze
From the womb of mother-wolf I was born
The witches foretold in the hearts of my enemies
In the midnight wilderness I took a pledge
Quickly I fell in love with the taste of steel
For ages waiting for its denudation
The final triumph
The pure barbarity

I howl to the moon for support in my battle
The moon, symbol of purity, the essence of beauty
I damn the sun, rising again and again
In brightness of bloody light, steel holocaust
I received hails from the northern side
of snow covered Carpathians
The light breath of nightmare, as a sign
I summon the iron powers, cavalry of my brothers
From the land of armageddish fields

I am the bard of eastern lands...

I lead my brothers for death struggle
In glory of victory my armies rise
Barbarian tribes with fury of destruction
With axes reach the sky, hiding usurpator in their wings
Call the clouds, desecrating all the holiness
Hurt bodies on the snow, Pandemonium burns
This battle is a rebellion, rebirth of old traditions
Mythical hell is the paradise to the true warriors
There they attain eternity and sit high on the throne

Pagan nations become united
Mighty bards received their long awaited silence
Slavs returned to their villages and woods
Pagan frights of heavenly hell dispelled
...I opened the door to the higher than stars knowledge
And took a long walk throughout the unknown dimensions
As the sign of fullmoon, in damnation I shall rise

[Written by NERGAL 1994]

O Canto das Terras Orientais

[cd 1 - Tempestades a Libertar]
Nas florestas do sonho eterno
Velhos carvalhos iluminados pela luz da lua cheia
A frieza do calabouço toca o interior do labirinto de madeira
Do ventre da mãe-loba eu nasci
As bruxas previram nos corações dos meus inimigos
Na selva da meia-noite eu fiz um juramento
Rapidamente me apaixonei pelo gosto do aço
Por eras esperando sua desnudez
O triunfo final
A pura barbaridade

Eu uivo para a lua em busca de apoio na minha batalha
A lua, símbolo de pureza, a essência da beleza
Eu amaldiçoo o sol, que nasce de novo e de novo
Na claridade da luz sangrenta, holocausto de aço
Recebi saudações do lado norte
Dos Carpatos cobertos de neve
O leve sopro do pesadelo, como um sinal
Eu convoco os poderes do ferro, a cavalaria dos meus irmãos
Da terra dos campos armagedônicos

Eu sou o bardo das terras orientais...

Eu lidero meus irmãos para a luta até a morte
Na glória da vitória, meus exércitos se levantam
Tribos bárbaras com a fúria da destruição
Com machados alcançam o céu, escondendo o usurpador em suas asas
Chamem as nuvens, profanando toda a santidade
Corpos feridos na neve, Pandemônio arde
Esta batalha é uma rebelião, renascimento das antigas tradições
O inferno mítico é o paraíso para os verdadeiros guerreiros
Lá eles alcançam a eternidade e se sentam alto no trono

Nações pagãs se tornam unidas
Poderosos bardos receberam seu silêncio tão aguardado
Os eslavos retornaram às suas aldeias e florestas
Os medos pagãos do inferno celestial se dissiparam
...Eu abri a porta para o conhecimento mais alto que as estrelas
E fiz uma longa caminhada através das dimensões desconhecidas
Como o sinal da lua cheia, na condenação eu me levantarei

[Escrito por NERGAL 1994]




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