I, Scvlptor
I, sculptor, ov aeons and worlds
My labor stops for none and nothing!
O sempiternal might
Beginning eternal grace
The rivers halt in shock and marvel!
At my unparalleled monument
From raging mountains descended
Silent like nubile snow
Voice ov tongues cut asunder
For I am the hammer and thou art the stone
Hear me out!
Ye progeny ov disgrace
This is an ode to my falling from grace!
I, sculptor, ov aeons and worlds
My labor stops for none and nothing!
Here sit I, forming giants
In my likeness and image
In my hand your treachery
So vile and torn apart
Hear me out!
Ye progeny ov disgrace
This is my ode to the fallen from grace!
Oh voyager ov moonless nights
And molten whips ov the lashing Sun
Oh victor, whom none could outbrave
Ambrosia ov the stars, imperfect, unsung
I, sculptor, ov aeons and worlds
My labor stops for none and nothing!
As ice cracks and daylight withers
My Ragnarök cannot come undone
Eu, Escultor
Eu, escultor, de éons e mundos
Meu trabalho não para por ninguém e nada!
Ó poder sempiterno
Começo da graça eterna
Os rios param em choque e admiração!
Diante do meu monumento inigualável
Das montanhas furiosas desci
Silencioso como a neve virgem
Voz de línguas cortadas
Pois eu sou o martelo e tu és a pedra
Escute-me!
Ó prole da desgraça
Esta é uma ode à minha queda da graça!
Eu, escultor, de éons e mundos
Meu trabalho não para por ninguém e nada!
Aqui estou eu, formando gigantes
À minha semelhança e imagem
Em minha mão, sua traição
Tão vil e despedaçada
Escute-me!
Ó prole da desgraça
Esta é minha ode aos caídos da graça!
Ó viajante das noites sem lua
E chicotes derretidos do Sol que castiga
Ó vitorioso, a quem ninguém poderia desafiar
Ambrosia das estrelas, imperfeita, não cantada
Eu, escultor, de éons e mundos
Meu trabalho não para por ninguém e nada!
Enquanto o gelo se quebra e a luz do dia murcha
Meu Ragnarök não pode ser desfeito