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RAP IDO Barracudas #2

BEJO

RAP IDO Barracudas #2

Pa' que lo anotes
Pa' que no se te olvide, cheque

Tú no eres Busta Rhymes, eres rimas bastas
Hipi Hapa es lo que hay, tú mejor aparta
Si tu limit is the sky, pero saltas y te caes
Suelta el microphone y trae pai, no seas plasta

Tu flow anticuado lo vi ayer en Cash Converters
Sin querer te vi saliendo, y coño, qué asco verte
Te dieron dos chavos y te fuiste motivado
Te cogieron de pringado y tú contеnto por venderte

Coño, sе quedaron en el 2015
Aquí quién no corre vuela y te hiciste un esquince
En Egipto esfinges y en la calle tú finges
Por la ley del más pecho paloma ellos se rigen

Se acabó, se cayeron en el socavón
Por estar aparentando cosas que en verdad no son
De tu misa, caso omiso, yo voy a mi son
Sueno sabrosón, mis ingredientes, dos huevos y pasión, woh

El productor ejecutivo es Eddy Mugre
Yo saco las palabras como quién ordeña ubres
Traigo el sonido crudo con las rimas que te crujen
Yo me fumo un kruger, y tú actúas más que Freddy Kruger

Me gusta el vacilón, pero este año me puse serio
Pa' enseñarles cómo se hace a todos esto sin criterio
Aquí no hay misterio, esto es muy sencillo
Cada vez que grabo una canción brillo

Cantan bien, pero les faltan cojones como a un castrati
Son como un chicle, no hay quién los trague, déjalo papi
Ahorran pa' el Masserati, pensando que esto es gratis
Cállense la boca y repartan bien los Royalties

Ustedes ladran mucho, pero no muerden nunca
Van detrás del hueso y al final se les caduca
Gastaron los cartuchos, porque coño no apuntan
Cada vez que fallan al otro le echan la culpa

Tú no eres duro, eres cinco pesetas
Tú no eres puro, tú eres un babieca
Quieren ser del lado oscuro con rayos ultravioleta
Y tienen más negro el futuro que ruedas de camioneta

Y claro, que rectificar es de sabios
Pero es más inteligente no cagarla en el barrio
Alguno lo aprendió tarde, cuando estaba en el barro
Y ya no se le olvida, contra los guarros, mente de warrior

Tú no eres Busta Rhymes, eres rimas bastas
Hipi Hapa es lo que hay, tú mejor aparta
Si tu limit is the sky, pero saltas y te caes
Suelta el microphone y trae, trae, trae

Tres tristes traperos tragan trancas en el trap
Con el cielo enladrillado, ahora hacen drill, a ver qué tal
Pablito clavó un clavito y a ti un calvito te clavará
El perro de San Roque no tiene rabo, ¿por qué será?

En honor al apellido de mi abuelo Arteaga
Estoy haciendo arte, pa' que se harten con mi saga
Yo tengo un flow que te cagas y tú todo te lo tragas
Estoy harto ya del: Yo te invito pero tú pagas

No soy futbolista pero sé sacarme partido
Tus timas de cronopista no compiten conmigo
A ustedes les falta chispa y yo tengo el fuego vivo
Le doy otra calada y pienso el siguiente sustantivo

Llámame Bejo, o si prefieres, llámame Bello
El encargado de fabricar estos rompe cuellos
La polla es mi sello, signo de calidad
Y ellos de tanto yeyo, se quedaron pa'llá

No soy un superstar, solo supe estar en el lugar exacto
Tener tacto, hacerlo con gusto, montarme al barco
En Bejollywood, yo soy Tim Burton
Tú tan solo un actor de reparto, yo lo parto

Wow, wow, wow, lo que toca
Aguanta que me quedan unas pocas
Vivo improvisando como lo hace Sara Socas
Y como Delamuma, ni amigos falsos, ni novias locas

Yo veo cosas dónde no las hay
Ya sé que en inglés, camino se dice way
Pero yo no me hago el guay para abrirme camino
Yo solo rimo pepinos, tú sigue haciendo el tolay

Va a ser eso, que ven limoneros, dónde hay cerezos
Sus propias mentiras se las creen y no hay progreso
Yo le meto seso, no paro, no ceso
Te pusieron precio y no llegaste a medio peso

Allá tú con tus metas, yo conozco mi sitio
Hasta la recta final sin olvidar mis principios
Tú vives en tu mundo, te crees El Principito
Pero los cuentos se acaban y son para niños chicos

Como un ilustre ignorante, escribo entre interrogantes
Yo soy un tipo elegante, dejo que pasen delante
Con el estilo de antes y la con cuca más grande
He vuelto pa' demostrarles que no hay nada que demostrarles

Veo zorros en documentales y no es Discovery Channel
Como yo no hay dos iguales, como ustedes hay un palé
Cuéntales que no aguantan los vendavales
Y se vuelan cuando soplo esos chavales

Pregunta por ahí quién rompe, te contestarán mi nombre
Son como panes de molde, iguales con distinto nombre
Lo hago para que se asombren, solamente dime dónde
Yo pregunto y tú respondes
Te callas

RAP IDO Barracudas #2

Pra você anotar
Pra não esquecer, cheque

Você não é Busta Rhymes, suas rimas são fracas
Hipi Hapa é o que rola, melhor se afasta
Se seu limite é o céu, mas você pula e cai
Solta o microfone e traz, não seja chato

Seu flow ultrapassado eu vi ontem no Cash Converters
Sem querer te vi saindo, e caramba, que nojo te ver
Te deram dois trocados e você saiu animado
Te pegaram de otário e você feliz por ter se vendido

Caramba, ficaram em 2015
Aqui quem não corre voa e você se machucou
No Egito esfinges e na rua você finge
Pela lei do mais forte, eles se regem

Acabou, caíram no buraco
Por estarem se fazendo de algo que não são
Do seu culto, caso omisso, eu vou no meu ritmo
Tô soando gostoso, meus ingredientes, dois ovos e paixão, woh

O produtor executivo é Eddy Mugre
Eu tiro as palavras como quem ordenha tetas
Trago o som cru com as rimas que te estouram
Eu fumo um kruger, e você atua mais que Freddy Kruger

Gosto da zoeira, mas esse ano fiquei sério
Pra mostrar como se faz isso tudo sem critério
Aqui não tem mistério, é tudo muito simples
Cada vez que gravo uma canção, brilho

Cantam bem, mas faltam coragem como um castrado
São como um chiclete, não tem quem engula, deixa pra lá
Economizam pro Maserati, achando que é de graça
Cala a boca e distribui bem os Royalties

Vocês latem muito, mas nunca mordem
Vão atrás do osso e no final vencem a data
Gastaram os cartuchos, porque caramba não miram
Cada vez que erram, jogam a culpa no outro

Você não é duro, é cinco centavos
Você não é puro, é um babaca
Querem ser do lado escuro com raios ultravioleta
E têm um futuro mais negro que roda de caminhonete

E claro, que corrigir é coisa de sábios
Mas é mais inteligente não errar no bairro
Alguns aprenderam tarde, quando estavam na lama
E já não esquecem, contra os otários, mente de guerreiro

Você não é Busta Rhymes, suas rimas são fracas
Hipi Hapa é o que rola, melhor se afasta
Se seu limite é o céu, mas você pula e cai
Solta o microfone e traz, traz, traz

Três tristes traperos engolem trancas no trap
Com o céu de tijolos, agora fazem drill, vamos ver como vai
Pablito cravou um prego e a você um calvo vai cravar
O cachorro de São Roque não tem rabo, por que será?

Em honra ao sobrenome do meu avô Arteaga
Estou fazendo arte, pra que se fartem com minha saga
Eu tenho um flow que é de arrepiar e você engole tudo
Estou cansado já do: Eu te convido, mas você paga

Não sou jogador, mas sei me aproveitar
Suas trapaças de cronopista não competem comigo
Vocês faltam brilho e eu tenho fogo vivo
Dou mais uma tragada e penso no próximo substantivo

Me chame de Bejo, ou se preferir, me chame de Bello
O responsável por fabricar esses quebra pescoço
A pica é meu selo, sinal de qualidade
E eles de tanto yeyo, ficaram pra trás

Não sou um superstar, só soube estar no lugar certo
Ter tato, fazer com gosto, embarcar no barco
Em Bejollywood, eu sou Tim Burton
Você só um ator coadjuvante, eu arrebento

Uau, uau, uau, o que vem
Aguenta que ainda me restam algumas
Vivo improvisando como faz Sara Socas
E como Delamuma, nem amigos falsos, nem namoradas loucas

Eu vejo coisas onde não há
Já sei que em inglês, caminho se diz way
Mas eu não me faço de descolado pra abrir meu caminho
Eu só rimo pepinos, você continua sendo um otário

Vai ser isso, que vê limoeiros, onde há cerejeiras
Suas próprias mentiras acreditam e não há progresso
Eu coloco cérebro, não paro, não cesso
Te colocaram preço e você não chegou a meio peso

Aí você com suas metas, eu conheço meu lugar
Até a reta final sem esquecer meus princípios
Você vive no seu mundo, se acha O Pequeno Príncipe
Mas os contos acabam e são pra crianças pequenas

Como um ilustre ignorante, escrevo entre interrogações
Eu sou um cara elegante, deixo passar na frente
Com o estilo de antes e a com a pica maior
Voltei pra mostrar que não há nada que mostrar pra vocês

Vejo raposas em documentários e não é Discovery Channel
Como eu não há dois iguais, como vocês há um monte
Conte a eles que não aguentam os vendavais
E voam quando sopro esses moleques

Pergunte por aí quem quebra, vão responder meu nome
São como pães de forma, iguais com nomes diferentes
Faço isso pra que se surpreendam, só me diga onde
Eu pergunto e você responde
Você se cala

Composição: Borja Jiménez Mérida