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LUNA x VÉRTIGO

Belén Aguilera

LUNA x VÉRTIGO

Tonto el que no entienda
Cuenta una leyenda
Que una hembra gitana
Conjuró a la Luna hasta el amanecer
Llorando pedía
Al llegar el día, desposar un calé

Tendrás a tu hombre piel morena
Desde el cielo, habló la Luna llena
Pero a cambio quiero
El hijo primero que le engendres a él
Que quien su hijo inmola
Para no estar sola, poco le iba a querer

Luna quieres ser madre
Y no encuentras querer que te haga mujer
Dime, Luna de plata
¿Qué pretendes hacer con un niño de piel?
Ahh-ah-ah-ah, ahh-ah-ah-ahh
Hijo de la Luna

Dame una noche que sea eterna
Pon la cara entre mis piernas
Bebe de mi libertad

Hay veces que me castigo
Sin ningún solo motivo
Tápame, que tengo frío
Vértigo desconocido
Apareces del olvido
Lléname el vaso vacío

Ah, ah-ah-ah, ya me han rechazado antes
Ah, ah-ah-ah, y hasta que el cuerpo aguante

Yo soy de emociones fuertes
La calma me vuelve demente
Duermo en camas de otra gente
Busco un lugar diferente
No pagar tus deudas pendientes
Me he cansa'o de ser valiente

Ah, ah-ah-ah, nada de esto es como antes
Ah, ah-ah-ah, el alma ya no se me parte, así que

Dame una noche que sea eterna
Pon la cara entre mis piernas
Bebe de mi libertad
Aunque nada sea para siempre
Tú tienes todo mi presente
Nadie sabe qué vendrá
Vértigo que no se va

Vértigo que no se va
Vértigo que no se va
Vértigo que no se va

Luna quieres ser madre
(Dame una noche que sea eterna)
(Pon la cara entre mis piernas)
Y no encuentras querer que te haga mujer

(Bebe de mi libertad)
(Tú tienes todo mi presente)
Dime, Luna de plata
(Nadie sabe qué vendrá)

¿Qué pretendes hacer con un niño de piel? (Nadie sabe qué vendrá)
Dame una noche que sea eterna
Pon la cara entre mis piernas
Bebe de mi libertad

Aunque nada sea para siempre
Tú tienes todo mi presente
Nadie sabe qué vendrá
Vértigo que no se va

LUNA x VÉRTIGO

Tonto quem não entende
Conta uma lenda
Que uma mulher cigana
Conjurou a Lua até o amanhecer
Chorando pedia
Ao chegar o dia, desposar um calé

Terás teu homem de pele morena
Do céu, falou a Lua cheia
Mas em troca eu quero
O primeiro filho que você der a ele
Que quem imola seu filho
Pra não ficar sozinha, pouco vai amar

Lua, queres ser mãe
E não encontra um amor que te faça mulher
Diz pra mim, Lua de prata
O que pretendes fazer com um menino de pele?
Ahh-ah-ah-ah, ahh-ah-ah-ahh
Filho da Lua

Me dá uma noite que seja eterna
Coloca a cara entre minhas pernas
Bebe da minha liberdade

Tem vezes que me castigo
Sem nenhum motivo
Me cobre, que tô com frio
Vértigo desconhecido
Apareces do esquecimento
Enche meu copo vazio

Ah, ah-ah-ah, já me rejeitaram antes
Ah, ah-ah-ah, e até onde o corpo aguentar

Eu sou de emoções fortes
A calma me deixa doida
Durmo em camas de outra gente
Busco um lugar diferente
Não pagar suas dívidas pendentes
Tô cansada de ser valente

Ah, ah-ah-ah, nada disso é como antes
Ah, ah-ah-ah, a alma já não se parte mais, então

Me dá uma noite que seja eterna
Coloca a cara entre minhas pernas
Bebe da minha liberdade
Mesmo que nada seja pra sempre
Você tem todo meu presente
Ninguém sabe o que virá
Vértigo que não se vai

Vértigo que não se vai
Vértigo que não se vai
Vértigo que não se vai

Lua, queres ser mãe
(Me dá uma noite que seja eterna)
(Ponha a cara entre minhas pernas)
E não encontra um amor que te faça mulher

(Bebe da minha liberdade)
(Você tem todo meu presente)
Diz pra mim, Lua de prata
(Ninguém sabe o que virá)

O que pretendes fazer com um menino de pele? (Ninguém sabe o que virá)
Me dá uma noite que seja eterna
Coloca a cara entre minhas pernas
Bebe da minha liberdade

Mesmo que nada seja pra sempre
Você tem todo meu presente
Ninguém sabe o que virá
Vértigo que não se vai

Composição: Belén Aguilera