LUNA x VÉRTIGO
Tonto el que no entienda
Cuenta una leyenda
Que una hembra gitana
Conjuró a la Luna hasta el amanecer
Llorando pedía
Al llegar el día, desposar un calé
Tendrás a tu hombre piel morena
Desde el cielo, habló la Luna llena
Pero a cambio quiero
El hijo primero que le engendres a él
Que quien su hijo inmola
Para no estar sola, poco le iba a querer
Luna quieres ser madre
Y no encuentras querer que te haga mujer
Dime, Luna de plata
¿Qué pretendes hacer con un niño de piel?
Ahh-ah-ah-ah, ahh-ah-ah-ahh
Hijo de la Luna
Dame una noche que sea eterna
Pon la cara entre mis piernas
Bebe de mi libertad
Hay veces que me castigo
Sin ningún solo motivo
Tápame, que tengo frío
Vértigo desconocido
Apareces del olvido
Lléname el vaso vacío
Ah, ah-ah-ah, ya me han rechazado antes
Ah, ah-ah-ah, y hasta que el cuerpo aguante
Yo soy de emociones fuertes
La calma me vuelve demente
Duermo en camas de otra gente
Busco un lugar diferente
No pagar tus deudas pendientes
Me he cansa'o de ser valiente
Ah, ah-ah-ah, nada de esto es como antes
Ah, ah-ah-ah, el alma ya no se me parte, así que
Dame una noche que sea eterna
Pon la cara entre mis piernas
Bebe de mi libertad
Aunque nada sea para siempre
Tú tienes todo mi presente
Nadie sabe qué vendrá
Vértigo que no se va
Vértigo que no se va
Vértigo que no se va
Vértigo que no se va
Luna quieres ser madre
(Dame una noche que sea eterna)
(Pon la cara entre mis piernas)
Y no encuentras querer que te haga mujer
(Bebe de mi libertad)
(Tú tienes todo mi presente)
Dime, Luna de plata
(Nadie sabe qué vendrá)
¿Qué pretendes hacer con un niño de piel? (Nadie sabe qué vendrá)
Dame una noche que sea eterna
Pon la cara entre mis piernas
Bebe de mi libertad
Aunque nada sea para siempre
Tú tienes todo mi presente
Nadie sabe qué vendrá
Vértigo que no se va
LUNA x VÉRTIGO
Tonto quem não entende
Conta uma lenda
Que uma mulher cigana
Conjurou a Lua até o amanhecer
Chorando pedia
Ao chegar o dia, desposar um calé
Terás teu homem de pele morena
Do céu, falou a Lua cheia
Mas em troca eu quero
O primeiro filho que você der a ele
Que quem imola seu filho
Pra não ficar sozinha, pouco vai amar
Lua, queres ser mãe
E não encontra um amor que te faça mulher
Diz pra mim, Lua de prata
O que pretendes fazer com um menino de pele?
Ahh-ah-ah-ah, ahh-ah-ah-ahh
Filho da Lua
Me dá uma noite que seja eterna
Coloca a cara entre minhas pernas
Bebe da minha liberdade
Tem vezes que me castigo
Sem nenhum motivo
Me cobre, que tô com frio
Vértigo desconhecido
Apareces do esquecimento
Enche meu copo vazio
Ah, ah-ah-ah, já me rejeitaram antes
Ah, ah-ah-ah, e até onde o corpo aguentar
Eu sou de emoções fortes
A calma me deixa doida
Durmo em camas de outra gente
Busco um lugar diferente
Não pagar suas dívidas pendentes
Tô cansada de ser valente
Ah, ah-ah-ah, nada disso é como antes
Ah, ah-ah-ah, a alma já não se parte mais, então
Me dá uma noite que seja eterna
Coloca a cara entre minhas pernas
Bebe da minha liberdade
Mesmo que nada seja pra sempre
Você tem todo meu presente
Ninguém sabe o que virá
Vértigo que não se vai
Vértigo que não se vai
Vértigo que não se vai
Vértigo que não se vai
Lua, queres ser mãe
(Me dá uma noite que seja eterna)
(Ponha a cara entre minhas pernas)
E não encontra um amor que te faça mulher
(Bebe da minha liberdade)
(Você tem todo meu presente)
Diz pra mim, Lua de prata
(Ninguém sabe o que virá)
O que pretendes fazer com um menino de pele? (Ninguém sabe o que virá)
Me dá uma noite que seja eterna
Coloca a cara entre minhas pernas
Bebe da minha liberdade
Mesmo que nada seja pra sempre
Você tem todo meu presente
Ninguém sabe o que virá
Vértigo que não se vai