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Com um Serrote

Belo y Los Susodichos

Con Un Serrucho

Lo siento mucho pero esta vez no escucho
Las palabras de aquellos que me mienten
Con boca de cucurucho.
Con un serrucho, yo cortaré con un serrucho
Las barreras que separan las banderas
Por las que yo lucho.

Y me pregunto cómo seré yo mismo,
Dónde cojones estarán las instrucciones de mi mecanismo
Y salgo a la calle con mi guitarra y
To'l mundo al suelo, cojones,
Que está cargada
Yo apunto a tus dolores
Pa que te crezcan flores
Y aquí no ha pasao nada,
Que aquí no ha pasao nada
Que aquí no ha pasao nada
Que aquí no ha pasao nada...

Estoy cansado de sentirme maniatado,
De ser un perro al que no le dan el hueso
Si no menea el rabo.
Me han engañado, hoy me siento engañado
Por los que mandan, por los que trapichean
Y por los trajeados.

Y me pregunto cómo seré yo mismo,
Dónde cojones estarán las instrucciones de mi mecanismo
Y salgo a la calle con mi guitarra y
To'l mundo al suelo, cojones, que está cargada
Yo apunto a tus dolores
Pa que te crezcan flores
Y aquí no ha pasao nada
Que aquí no ha pasao nada
Que aquí no ha pasao,
Que aquí no ha pasao,
Que aquí no ha pasao...

Que me detengan por ladrón
Si esto es un atraco a mano armada
O por traficar con mi canción
Si vendo soledades en la plaza...
Que me detengan,
Que me detengan,
Que me detengan,
Que me detengan!!!
Lo siento mucho pero esta vez no escucho.
Y ahora me siento como un rey en calzoncillos
Que busca su castillo.

Y con la miradita perdida
Me desprendo de mi fuselaje,
Hoy padezco de la lejanía
De tener que volver a buscarme.

Y esclareciendo boca arriba y cavilando
Me voy perdiendo al mismo tiempo que buscando
Una canción que diga que no diga nada
Que me cago hasta en la puta de la madrugada!

Me voy perdiendo, me voy perdiendo#
Y desnudo al amanecer
Vuelvo a desaparecer...

Com um Serrote

Sinto muito, mas dessa vez não escuto
As palavras de quem me mente
Com boca de sorveteiro.
Com um serrote, eu vou cortar com um serrote
As barreiras que separam as bandeiras
Pelas quais eu luto.

E me pergunto como serei eu mesmo,
Onde diabos estarão as instruções do meu mecanismo
E saio pra rua com minha guitarra e
Todo mundo no chão, caramba,
Que tá carregada
Eu aponto pros seus problemas
Pra que te cresçam flores
E aqui não aconteceu nada,
Que aqui não aconteceu nada
Que aqui não aconteceu nada
Que aqui não aconteceu nada...

Estou cansado de me sentir amarrado,
De ser um cachorro que não ganha o osso
Se não abana o rabo.
Me enganaram, hoje me sinto enganado
Por quem manda, por quem faz negociatas
E por quem tá de terno.

E me pergunto como serei eu mesmo,
Onde diabos estarão as instruções do meu mecanismo
E saio pra rua com minha guitarra e
Todo mundo no chão, caramba, que tá carregada
Eu aponto pros seus problemas
Pra que te cresçam flores
E aqui não aconteceu nada
Que aqui não aconteceu nada
Que aqui não aconteceu,
Que aqui não aconteceu,
Que aqui não aconteceu...

Que me parem por ladrão
Se isso é um assalto à mão armada
Ou por traficar com minha canção
Se vendo solidões na praça...
Que me parem,
Que me parem,
Que me parem,
Que me parem!!!
Sinto muito, mas dessa vez não escuto.
E agora me sinto como um rei de cueca
Que busca seu castelo.

E com o olhar perdido
Me desprendo do meu casulo,
Hoje padeço da distância
De ter que voltar a me encontrar.

E esclarecendo deitado e pensando
Vou me perdendo ao mesmo tempo que buscando
Uma canção que diga que não diga nada
Que eu me cago até na puta da madrugada!

Vou me perdendo, vou me perdendo
E nu ao amanhecer
Volto a desaparecer...