Alas de Metal
Volaba todas las noches en un callejón,
en su mano derecha vino de cartón,
buscaba por el suelo algo pa' fumar
y su sombra le dijo: "voy a reventar", oh no...
Cierras los ojos, empiezas a volar
alguien te ha cosido... alas de metal
que le llevan al fin del mundo
y ahora por fin deja de ser un vagabundo.
Que no me cuenten tantas historias,
que no me digan, que no me jodan!!!!
Que él no escogió vivir en los abismos de las lejanuras
ni contarle al sol todos los secretos sobre sus locuras
y se inventó un callejón oscuro dentro de un laberinto
y en un rincón mezcló todos sus sueños con el vino tinto que corre por sus venas.
Volaba todas las noches en un callejón.
Arrugaba con la mano su perdición.
En el suelo hay pelotas de plata albal
que como su cabeza ruedan sin parar.
Oh, no, no...
Cierra los ojos, empiezas a volar
alguien te ha cosido alas de metal
que le llevan al fin del mundo
y ahora por fin deja de ser un vagabundo
que no me cuenten tantas historias,
que no me digan, que no me jodan!!!!
que él no escogió vivir en los abismos de las lejanuras
ni contarle al sol todos los secretos sobre sus locuras
y se inventó un callejón oscuro dentro de un laberinto
y en un rincón mezcló todos sus sueños con el vino tinto.
Corre el vino por sus venas y cada noche se fuma sus penas.
Corre el vino por sus venas y cada noche se fuma sus penas.
Corre el vino tinto por sus venas y cada noche se fuma sus penas.
Cierra los ojos, empiezas a volar;
alguien te ha cosido alas de metal...
Asas de Metal
Voava todas as noites em um beco,
na mão direita um vinho de papelão,
procurava no chão algo pra fumar
e sua sombra disse: "vou explodir", oh não...
Fecha os olhos, começa a voar
alguém te costurou... asas de metal
que te levam pro fim do mundo
e agora finalmente deixa de ser um vagabundo.
Que não me contem tantas histórias,
que não me digam, que não me enche o saco!!!!
Que ele não escolheu viver nos abismos das distâncias
nem contar pro sol todos os segredos sobre suas loucuras
e ele inventou um beco escuro dentro de um labirinto
e em um canto misturou todos os seus sonhos com o vinho tinto que corre nas suas veias.
Voava todas as noites em um beco.
Amassava com a mão sua perdição.
No chão há bolinhas de prata albal
que como sua cabeça rolam sem parar.
Oh, não, não...
Fecha os olhos, começa a voar
alguém te costurou asas de metal
que te levam pro fim do mundo
e agora finalmente deixa de ser um vagabundo
que não me contem tantas histórias,
que não me digam, que não me enche o saco!!!!
que ele não escolheu viver nos abismos das distâncias
nem contar pro sol todos os segredos sobre suas loucuras
e ele inventou um beco escuro dentro de um labirinto
e em um canto misturou todos os seus sonhos com o vinho tinto.
Corre o vinho nas suas veias e cada noite ele fuma suas penas.
Corre o vinho nas suas veias e cada noite ele fuma suas penas.
Corre o vinho tinto nas suas veias e cada noite ele fuma suas penas.
Fecha os olhos, começa a voar;
alguém te costurou asas de metal...