Intus Vacuum
Cómo ha dolido despertar pese lo amargo del sueño
¿Cómo es que caló tanto cada palabra, cada maldito pensamiento?
Siempre dijiste que sin reflexionar cada sentir
Ese sentir mismo se volvía nada
Y te creí, te creí ciego y sin cuestionar mis tantos miedos
Dejé de lado incluso aquel viejo vacío que me acompaña siempre
Y es que nunca supe de tu traición
Pero ahora entiendo que vivir pensando sólo causa dejar de sentir
Quizás por eso hace tanto que ya no siento nada
Somos la peste de este puto planeta
Peleamos guerras infinitas, internas y ajenas
Todo opinan, todo hablan, todos creen saber
El mundo arde y me alegro de poderlo ver
Destrucción tu único legado
Somos testigos, más no jueces
Fracasas aunque te esfuerces
Cosechas lo que te siembres
Tienes lo que mereces
No, aquí los sueños no se cumplen, no
No, aquí todo se pudre y hoy se ve mucho peor
No tracé trazos tersos, sino toscos y torcidos
Traté truncar tristezas tras traumas
Pero los trastornos no se han ido
Vengo de donde no tienes contento a nadie con nada
La libertad es una broma insulsa y desgastada
Conforme pasen los días mueren tus ilusiones
Ve a donde quieras hallarás quien te traicione
Arruinar y corromper lo que toques es tu maldición
Sordos que quieren escuchar
Ciegos prefieren no ver, cómoda decisión
Frío, oscuro, roto, podrido y vacío
Sigo ausente, de-mente, corrompido
Y no, no pidas perdón, que la vida lo cobre
Y tú con creces lo pagues, espero pero yo
Sólo le ruego de rodillas que me escuche
Que sea testigo del dolor que mi mente produce
Ya no me importa si te jodo
Quise arreglar mi mente enferma pero no mejoro
Estoy cansado de todo y de todos
Me cago en todo lo que hoy te mantiene vivo
Tu familia, tu Dios o aquel que jura ser tu amigo
Cada meta que lograste, cada sueño cumplido
Vacía cada ilusión, vano cada objetivo
Veo todo en grises y matices y aquí sigo
Como tú, como antes, vacío y sin motivo
oco
Como doeu para acordar pesa a amargura do sono
Como é que você entendeu cada palavra, todo maldito pensamento?
Você sempre disse isso sem refletir todos os sentimentos
Esse sentimento em si tornou-se nada
E eu acreditei em você, acreditei em você cego e sem questionar meus medos
Eu deixo de lado até aquele velho vazio que sempre me acompanha
E eu nunca soube da sua traição
Mas agora eu entendo que viver pensando apenas faz com que pare de sentir
Talvez seja por isso que faz tanto tempo desde que eu não sinto nada
Nós somos a praga deste maldito planeta
Nós lutamos guerras infinitas, internas e outras
Tudo o que dizem, tudo o que falam, todos pensam que sabem
O mundo queima e fico feliz em ver isso
Destrua seu único legado
Somos testemunhas, mas não juízes
Falhar apesar de você tentar
Você colhe o que você semeia
Você tem o que merece
Não, aqui os sonhos não são satisfeitos, não
Não, aqui tudo apodrece e hoje parece muito pior
Eu não traço golpes suaves, mas áspero e torto
Eu tentei truncar a tristeza depois de traumas
Mas os distúrbios não foram embora
Eu venho de onde você não tem ninguém feliz com nada
A liberdade é uma piada insípida e desgastada
Conforme os dias passam, suas ilusões morrem
Vá para onde você quer encontrar quem te trai
Arruinar e corromper o que você toca é sua maldição
Surdos que querem ouvir
Pessoas cegas preferem não ver, decisão confortável
Frio, escuro, quebrado, podre e vazio
Eu ainda estou ausente, demente, corrompido
E não, não peça perdão, deixe a vida levá-lo
E você paga demais, eu espero, mas eu
Eu só imploro a você de joelhos para me ouvir
Para testemunhar a dor que minha mente produz
Eu não me importo mais se eu te foder
Eu queria consertar minha mente doentia, mas não melhorei
Estou cansado de tudo e de todos
Eu cago em tudo que te mantém vivo hoje
Sua família, seu deus ou aquele que jura ser seu amigo
Cada objetivo que você alcançou, cada sonho realizado
Esvazie cada ilusão, cada objetivo vão
Eu vejo tudo em cinzas e sombras e aqui eu continuo
Como você, como antes, vazio e sem razão