Y A Las Malas
Ya pasó de mientras
La vida es efímera en cada instante
Quizás tu mayor peligro lo tienes delante
Nacemos y somos moléculas
Que más tarde crecen
Para seguir siendo insignifica
Cara
Le dije a la muerte y me salió cruz
¿Quién me ampara
En la oscuridad cuando no hay luz
Dije para
Y mi mente no paraba
Y las noches quemaban a este alma
Porque faltabas tú
Y a las malas
Puedo transformarme en quien no quise
Puedo renunciar a mis fuerzas
Y a ver qué pasa
Pero luego no quiero escuchar como me dices
Que era por mi culpa que tus lágrimas
No paran
Dame una pistola tengo balas
Dame de tu todo y tengo nada
Dame de tu fuego y seamos lava
Dame de beber tus mil cascadas
Vida oblígame
A seguir mis pasos pero que no sea con fe
Qué no tengo razón ni motivo que temer
Qué luche ahora mismo sin esperar a perder
Joder
Solo pido ser
Y qué no coloquen en mis labios esa miel
Qué mi voluntad no me vuelva a ser más infiel
Ya no necesito de tu cuerpo y de tu piel
Lo sé
Tardó en amanecer
Cuando las nubes grises ya no me dejan ni ver
Solo somos polvo
En el espacio volando ya a su merced
Una hormiga en la suela del Dios que creen
Puras proporciones en la búsqueda
De un gran número áureo
Puentes de madera antes de que salga hasta el árbol
Pequeños estímulos ocasionaos por algo
Mientras más te desconozco
Coño más me salgo
Y muero si te digo adiós y te veo luego
Eres la fusión entre el puto infierno y el cielo
Cuando no te siento
Es cuando siempre más te quiero
Y cuando apareces
Me matas con tantos peros
Te hablo a ti ansiedad
Aunque por tu culpa
Muchas veces me he quedado mudo y tal
Me haces ver
Que mi mayor enemigo ya soy yo
Y esta mente quebrada
Por plasmarse en cada folio
Mientras más quiero perderte
Más me encuentras
Cuando quiero fallarte
Con tus garras más me aciertas
Pero a pesar de todo
Me has hecho pensar que a veces
No hay que buscar la salida
Si no luchar en tu puerta
En mi reloj de arena pone de mientras
Él siempre me ha esperado
A que recupere las fuerzas
Tranquilo Fran
Ya tu cuerpo no tiembla
Has sabío' vencerte a ti mismo
Pa' poder salir de la mie
Cuando mi cora no paraba
Y mis alas cortadas
Cuando suspiraba por librarme de la muerte
Yo
Cuando nadie me escuchaba
Y se reía porque no creían nada
Tranqui que ahora ya me río yo
Cuando el aire me faltaba
Y en mi cuarto me encerraba
Solo encontraba temor
No no no
La ironía de buscar la libertad
Teniendo el cuerpo
La vida y el alma bajo presión
Vida oblígame
A seguir mis pasos pero que no sea con fe
Qué no tengo razón ni motivo que temer
Qué luche ahora mismo sin esperar a perder
Joder
Solo pido ser
Y que no coloquen en mis labios esa miel
Qué mi voluntad no me vuelva a ser más infiel
Ya no necesito de tu cuerpo y de tu piel
Lo sé
E Nas Dificuldades
Já passou um tempo
A vida é efêmera em cada instante
Talvez seu maior perigo esteja na sua frente
Nascemos e somos moléculas
Que mais tarde crescem
Para continuar sendo insignificantes
Cara
Falei com a morte e ela me deu um não
Quem me protege
Na escuridão quando não há luz
Eu disse para
E minha mente não parava
E as noites queimavam essa alma
Porque você faltava
E nas dificuldades
Posso me transformar em quem não quis ser
Posso renunciar às minhas forças
E ver no que dá
Mas depois não quero ouvir você dizer
Que era por minha culpa que suas lágrimas
Não paravam
Me dá uma pistola, tenho balas
Me dá tudo de você e eu não tenho nada
Me dá do seu fogo e sejamos lava
Me dá de beber suas mil cascatas
Vida, me obrigue
A seguir meus passos, mas que não seja com fé
Que não tenho razão nem motivo pra temer
Que lute agora mesmo sem esperar pra perder
Porra
Só peço pra ser
E que não coloquem em meus lábios essa mel
Que minha vontade não me torne mais infiel
Já não preciso do seu corpo e da sua pele
Eu sei
Demorou pra amanhecer
Quando as nuvens cinzas já não me deixam ver
Só somos pó
No espaço voando à sua mercê
Uma formiga na sola do Deus que acreditam
Proporções puras na busca
De um grande número áureo
Pontes de madeira antes que o árvore saia
Pequenos estímulos causados por algo
Quanto mais te desconheço
Caralho, mais eu me afasto
E morro se te digo adeus e te vejo depois
Você é a fusão entre o puto inferno e o céu
Quando não te sinto
É quando mais te quero
E quando você aparece
Me mata com tantos "mas"
Falo com você, ansiedade
Embora por sua culpa
Muitas vezes fiquei mudo e tal
Você me faz ver
Que meu maior inimigo sou eu mesmo
E essa mente quebrada
Por se plasmar em cada folha
Quanto mais quero te perder
Mais você me encontra
Quando quero te falhar
Com suas garras você acerta mais
Mas apesar de tudo
Você me fez pensar que às vezes
Não há que buscar a saída
Se não lutar na sua porta
No meu relógio de areia diz que enquanto
Ele sempre me esperou
Pra que eu recupere as forças
Tranquilo, Fran
Seu corpo já não treme
Você soube vencer a si mesmo
Pra poder sair da merda
Quando meu coração não parava
E minhas asas cortadas
Quando suspirava pra me livrar da morte
Eu
Quando ninguém me ouvia
E riam porque não acreditavam em nada
Fica tranquilo que agora eu já rio
Quando o ar me faltava
E no meu quarto me trancava
Só encontrava medo
Não, não, não
A ironia de buscar a liberdade
Tendo o corpo
A vida e a alma sob pressão
Vida, me obrigue
A seguir meus passos, mas que não seja com fé
Que não tenho razão nem motivo pra temer
Que lute agora mesmo sem esperar pra perder
Porra
Só peço pra ser
E que não coloquem em meus lábios essa mel
Que minha vontade não me torne mais infiel
Já não preciso do seu corpo e da sua pele
Eu sei