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Bitter Harvest

Berserkr

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Bitter Harvest

Outlaw was a humble man,
as the story would reveal
an honest law-abiding man,
just a farmer in his field
His dear wife had passed away
In the winter of '25
Did his best to raise the children
and to keep that farm alive

Then came that awful drought
and the children's hunger pains
Crops failed and the springtime passed
Without a single drop of rain
The weeks passed, the sheriff came
With the banke at his side
Took the farm that his family had lived on all
their lives

Tears fell from the children's eyes
He kissed them each farewell
He be back when some work was found
But only time could tell
He knew his kin would raise them up
To be kind and gentle folk
To get as near as the best for them
Was all that he could hope

[CHORUS:]
and then the rain came - it was a blood spill
The gunfire was heard through the cities and the fields

Dug out his dusty six-gun
That he carried as a calvary scout
Made a mask from an old bandanna
Saddled up for a ride to town
Masked man slid down from the saddle
Walked the steps to the bank's front door
Left the town with a bag full of gold
and the greedy bank man dead on the floor

Thus began his career as an outlaw
Lived a life at the end of a gun
Day to day: bank to bank
Doomed to spend his life on the run
All the common people loved him
One of them who had taken a stand
against the banks that had bled them dry
and sucked the blood of the working man

The man died as the story told it
ambushed at the edge of town
On his feet with his six-gun blazing
Blood and gold spread on the ground
The man Lives in the lives of the people
The deeds done and the stories told
The man's gone but he Lives forever
In the tales of the guns and gold

Colheita Amarga

O fora da lei era um homem humilde,
como a história revelaria
um homem honesto e cumpridor da lei,
só um fazendeiro em seu campo.
Sua querida esposa havia falecido
no inverno de 25.
Fez o melhor para criar as crianças
e manter a fazenda viva.

Então veio aquela seca horrível
e a fome das crianças.
As colheitas falharam e a primavera passou
sem uma única gota de chuva.
As semanas passaram, o xerife chegou
com o banco ao seu lado.
Tomou a fazenda onde sua família vivera a vida toda.

Lágrimas caíram dos olhos das crianças.
Ele as beijou em despedida.
Ele voltaria quando algum trabalho fosse encontrado,
mas só o tempo diria.
Ele sabia que seus parentes as criariam
para serem gentis e boas pessoas.
Fazer o melhor por elas
era tudo que ele podia esperar.

[REFRÃO:]
e então a chuva veio - foi um derramamento de sangue.
Os tiros foram ouvidos pelas cidades e pelos campos.

Desenterrou seu revólver empoeirado
que carregava como um batedor de cavalaria.
Fez uma máscara com uma velha bandana
sela pronta para uma ida à cidade.
O homem mascarado desceu da sela,
subiu os degraus até a porta do banco.
Saiu da cidade com um saco cheio de ouro
e o ganancioso banqueiro morto no chão.

Assim começou sua carreira como fora da lei.
Viveu uma vida na ponta de uma arma.
Dia após dia: banco a banco,
condenado a passar a vida fugindo.
Todo o povo comum o amava,
um deles que se levantou
contra os bancos que os esfolaram
e sugavam o sangue do trabalhador.

O homem morreu como a história contou,
emboscado na beira da cidade.
De pé com seu revólver disparando,
sangue e ouro espalhados pelo chão.
O homem vive na vida do povo.
As ações feitas e as histórias contadas.
O homem se foi, mas vive para sempre
nas histórias das armas e do ouro.




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