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Murguinha do Sul

Bersuit Vergarabat

Murguita Del Sur

Cuatro ebrios se lo llevan al rockero
Otra vez, ha fracasado el funeral
En el barrio, se relamen las pancartas
Avivando al modelo para armar

Baila, baila, el boca en boca está de faso
Pero, esta vez, el muerto regresó
Y sentía que era extraño en esa orquesta
Que aburría de sonar en Sol mayor

¿Por qué
Ese palo que te amasa
Que te afofa, que te aplasta
Vos lo usás para matar?
(Vos lo usás para matar)

Después
Cuando ya no queda nada
No hay más ojos, no hay más manos
Lo querés acariciar

No hay nada, uoh-oh-oh, lo amás, uoh-oh-oh
No hay nada, uoh-oh-oh, no queda nada

Oficinas alistando predadores
En las radios incitando al festival
Que recuerda, por primera vez, a un hombre
Que la gente, hoy, está queriendo más

Con el tiempo, se nos fue para la cresta
De una ola que no para de crecer
Hoy, su cara está en todas las remeras
Es un muerto que no para de nacer

¿Cuál es?
Kamikazes de otras almas
Aburridos en sus casas
No se animan ni a cantar
(No se animan ni a cantar)

Después
Alucinan que planea
Un héroe de otras tierras
Y lo viene a rescatar

Es esa, uoh-oh-oh, si no está, uoh-oh-oh
La jeta, uoh-oh-oh, vos armás, uoh-oh-oh
Una careta, uoh-oh-oh, con tus ganas
Amén, amén, amén

Cuatro ebrios se lo llevan al rockero
Se lo llevan para siempre
Se deforma y pronto vuelve
Cuatro ebrios se lo llevan

Cuatro ebrios se lo llevan
Se lo llevan para siempre
Cuatro ebrios se lo llevan
Se lo llevan, uoh-oh-oh
Cuatro ebrios, uoh-oh-oh
Se lo llevan para siempre
Se lo llevan cuatro ebrios

Cuatro ebrios, uoh-oh-oh
Se lo llevan, uoh-oh-oh
Se lo llevan para siempre
Se lo llevan para siempre

Cuatro ebrios, uoh-oh-oh
Se lo llevan, uoh-oh-oh
Se lo llevan para siempre
Se deforma y pronto vuelve
Uoh-oh-oh, uoh-oh-oh, uoh-oh-oh, no, no, no, no, no, no

Murguinha do Sul

Quatro bêbados levam o roqueiro embora
Mais uma vez, o funeral fracassou
No bairro, as faixas balançam
Animando o modelo pra começar

Dança, dança, o boca a boca é só fumaça
Mas, dessa vez, o morto voltou
E sentia que era estranho nessa orquestra
Que cansava de tocar sempre em Sol maior

Por que
Esse pau que te amassa
Que te amolece, que te esmaga
Você usa pra matar?
(Você usa pra matar)

Depois
Quando já não resta nada
Não tem mais olhos, nem tem mãos
Você quer acariciar

Não tem nada, uô-ô-ô, você o ama, uô-ô-ô
Não tem nada, uô-ô-ô, não sobra nada

Escritórios preparando predadores
Nas rádios incitando o festival
Que lembra, pela primeira vez, a um homem
Que o povo, hoje, está querendo mais

Com o tempo, ele foi indo pra crista
De uma onda que não para de crescer
Hoje, o rosto dele está em todas as camisas
É um morto que não para de nascer

Quem são?
Kamikazes de outras almas
Entediados nas suas casas
Nem coragem têm de cantar
(Nem coragem têm de cantar)

Depois
Alucinam que está planejando
Um herói de outras terras
E que vai vir resgatá-lo

É isso, uô-ô-ô, se não tem, uô-ô-ô
A cara, uô-ô-ô, você monta, uô-ô-ô
Uma máscara, uô-ô-ô, com sua vontade
Amém, amém, amém

Quatro bêbados levam o roqueiro embora
Levam ele para sempre
Se deforma e logo volta
Quatro bêbados levam ele

Quatro bêbados levam ele
Levam ele para sempre
Quatro bêbados levam ele
Levam ele, uô-ô-ô
Quatro bêbados, uô-ô-ô
Levam ele para sempre
Quatro bêbados levam ele

Quatro bêbados, uô-ô-ô
Levam ele, uô-ô-ô
Levam ele para sempre
Levam ele para sempre

Quatro bêbados, uô-ô-ô
Levam ele, uô-ô-ô
Levam ele para sempre
Se deforma e logo volta
Uô-ô-ô, uô-ô-ô, uô-ô-ô, não, não, não, não, não, não

Composição: Gustavo Cordera