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A Solidão

Bersuit Vergarabat

La Soledad

Esperaría que no te asuste
Este instante de sinceridad
Mi corazón vomita su verdad
Es que hay una guerra entre dos
Por ocupar el mismo lugar
La urgencia o la soledad

La soledad fue tan sombría que
No te dejó encontrar
Tu naturaleza divina
La urgencia ganó esta vez
Dispuesta a penetrarte
Prepotente y altiva

Por la noche, la soledad desespera
Por las noches, la soledad desespera
Que por las noches, la soledad desespera
Por las noches, la soledad desespera

Espera por ti
Espera por él
Espera por mí
También por aquel

Que, con violencia, sujeta su alma
A una brutal represión
Esperando apaciguarse
O confía en el paso del tiempo
Como otra solución
Para encontrar la calma

Pero te pone loco en las noches
Rogando entrar
En los confines más oscuros
Después te arrodillás
Ante el amor maternal
Suplicando ternura

Por la noche, la soledad desespera
Por las noches, la soledad desespera
Que por las noches, la soledad desespera
Por las noches, la soledad desespera

Espera por ti
Espera por él
Espera por mí
También por aquel

Espera por ti
Espera por él
Espera por mí
También por aquel

¿Y qué hace este angelito, ahora, a las seis de la mañana
Subida al mástil de este naufragio?

A ver si, alzando las copas forajidas
Viene un cielo de enfermeras
Para lamer, sin asco, las heridas de amor

Por las noches, la soledad desespera
A ver si viene del cielo (por las noches, la soledad desespera)
Una enfermera del amor (por las noches, la soledad desespera)
A ver si viene del cielo (por las noches, la soledad desespera)
Una enfermera del amor (por las noches, la soledad desespera)
A ver si viene del cielo (por las noches, la soledad desespera)
Una enfermera del amor (por las noches, la soledad desespera)
A ver si viene del cielo (por las noches, la soledad desespera)
Una enfermera del amor

A Solidão

Espero que você não se assuste
Com esse momento de sinceridade
Meu coração vomita sua verdade
É que há uma guerra entre dois lados
Para ocupar o mesmo lugar
A urgência ou a solidão

A solidão foi tão sombria que
Não te deixou encontrar
Sua natureza divina
A urgência ganhou dessa vez
Disposta a te penetrar
Prepotente e arrogante

Durante a noite, a solidão desespera
Durante as noites, a solidão desespera
Porque durante as noites, a solidão desespera
Durante as noites, a solidão desespera

Espera por você
Espera por ele
Espera por mim
Por aquele também

Que prende a alma dele com violência
A uma repressão brutal
Esperando se acalmar
Ou confia na passagem do tempo
Como outra forma
De encontrar calma

Mas te deixa maluco durantes as noites
Implorando para entrar
Nos cantos mais escuros
Depois, você se ajoelha
Perante o amor maternal
Suplicando por ternura

Durante a noite, a solidão desespera
Durante as noites, a solidão desespera
Porque durante as noites, a solidão desespera
Durante as noites, a solidão desespera

Espera por você
Espera por ele
Espera por mim
Por aquele também

Espera por você
Espera por ele
Espera por mim
Por aquele também

E o que esse anjinho tá fazendo, agora, às seis da manhã
Em cima do mastro desse navio naufragado?

Vamos ver se, erguendo as taças fora da lei
Chega um céu de enfermeiras
Para lamber as feridas do amor sem nojo

Durante as noites, a solidão desespera
Vamos ver se vem do céu (durante as noites, a solidão desespera)
Uma enfermeira do amor (durante as noites, a solidão desespera)
Vamos ver se vem do céu (durante as noites, a solidão desespera)
Uma enfermeira do amor (durante as noites, a solidão desespera)
Vamos ver se vem do céu (durante as noites, a solidão desespera)
Uma enfermeira do amor (durante as noites, a solidão desespera)
Vamos ver se vem do céu (durante as noites, a solidão desespera)
Uma enfermeira do amor

Composição: Condor Sbarbati / Gustavo Cordera / Daniel Suárez