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Os Elefantinhos

Bersuit Vergarabat

Los Elefantitos

No voy a parar hasta ver elefantitos azules en ronda a mi lado las paredes
Respiran la canción se detiene para que yo escuche ese último acorde

La soledad en el túnel, estado de coma, ninguna bendición me aleja del
Borde a pesar de mi corta estadía en vuestra inmundicia

Una sensación el alma debe existir sino porque esta temblando mi cuerpo
Tan rígido que no soporta el sol no se atreve a mirarte me baja la vista

Otra sensación se pudre mi saliva cancelo mi sonrisa reclamo mis heridas,
Necesito siempre que me pasen cosas anímo para vivir algo para vivir

Los elefantitos no salieron a pasear
Sola y loca
Sola y loca

Os Elefantinhos

Não vou parar até ver elefantinhos azuis dançando ao meu lado as paredes
Respiram a canção, ela para pra eu ouvir aquele último acorde

A solidão no túnel, estado de coma, nenhuma bênção me afasta do
Bordo, apesar da minha curta estadia na sua imundície

Uma sensação, a alma deve existir, senão por que meu corpo está tremendo
Tão rígido que não suporta o sol, não se atreve a te olhar, desvio o olhar

Outra sensação, minha saliva se estraga, cancelo meu sorriso, clamo minhas feridas,
Preciso sempre que coisas aconteçam, ânimo pra viver, algo pra viver

Os elefantinhos não saíram pra passear
Sozinha e louca
Sozinha e louca

Composição: Claudio Cordera