Me La Pego
No me mirés, no te metás
No me interesa saber qué pensás
Ya decidí, voy a cambiar
Ya me aburrí me voy a renovar
Es una cuestión generacional
Y esa miseria del ser racional
Que si te vas, si te quedás
Que si lo intento vuelvo a fracasar
Me la pego, me la pego
Como siempre me la pego
Me la juego y me la pego
Como siempre me la pego
Me la juego y me la pego
Como siempre me la pego
Si no freno me la pego
Como siempre me la pego
Cuarto poder, puerta de atrás
No perturbés este mundo ideal
Cuanto valés, cuanto aguantás
Cuanta tibieza para calentar
Todo está bien, todo está mal
Todo comienzo te vuelve a inventar
Siempre fue así, no va a cambiar
Una de arena la otra de cal
Una levanta la otra hace mal
El mono quiere poder
Se quiere diferenciar
Se para sobre sus piés
Pero se va a arrodillar
Y nadie me lo contó
Con mis dos ojos lo vi
Y sigo sin entender
Porqué me vuelve a latir
Porqué me hace reír
Esta canción la escuché
Ya la bailé y la aprendí
En la puerta giratoria
La ves llegar, la ves venir
Todo lo que pasa es por culpa de ustedes
Todo lo que pasa es por culpa de ustedes
Todo lo que pasa es por culpa de ustedes
Todo lo que pasa es por culpa de ustedes
Me la pego porque quiero
Me la pego cuando digo, cuando hago, cuando pienso
Me la pego y nunca aprendo
Me la pego y no me acuerdo
Me la pego por orgullo, por cobarde, por canchero
Como siempre me la pego
Me la pego cuando veo
Me la pego por el miedo
De perder todo de nuevo
Me la pego estando cerca
Y también estando lejos
Me la pego en el presente
Y el futuro te lo debo
Me la pego por la historia
Me la pego porque quiero
Si no freno me la pego
Me Ferrei
Não me olha, não se mete
Não tô a fim de saber o que você pensa
Já decidi, vou mudar
Já cansei, vou me renovar
É uma questão de geração
E essa miséria do ser racional
Se você vai, se você fica
Se eu tento, volto a fracassar
Me ferrei, me ferrei
Como sempre me ferrei
Me arrisco e me ferrei
Como sempre me ferrei
Me arrisco e me ferrei
Como sempre me ferrei
Se não frear, me ferrei
Como sempre me ferrei
Quarto poder, porta dos fundos
Não perturbe esse mundo ideal
Quanto você vale, quanto aguenta
Quanta mornidão pra esquentar
Tudo tá bem, tudo tá mal
Todo começo te reinventa
Sempre foi assim, não vai mudar
Uma de areia, a outra de cal
Uma levanta, a outra faz mal
O macaco quer poder
Quer se diferenciar
Se coloca em pé
Mas vai se ajoelhar
E ninguém me contou
Com meus próprios olhos vi
E sigo sem entender
Por que meu coração volta a bater
Por que me faz rir
Essa música eu ouvi
Já dancei e aprendi
Na porta giratória
Você vê chegar, você vê vir
Tudo que acontece é culpa de vocês
Tudo que acontece é culpa de vocês
Tudo que acontece é culpa de vocês
Tudo que acontece é culpa de vocês
Me ferrei porque quero
Me ferrei quando digo, quando faço, quando penso
Me ferrei e nunca aprendo
Me ferrei e não me lembro
Me ferrei por orgulho, por covarde, por metido
Como sempre me ferrei
Me ferrei quando vejo
Me ferrei por medo
De perder tudo de novo
Me ferrei estando perto
E também estando longe
Me ferrei no presente
E o futuro te devo
Me ferrei pela história
Me ferrei porque quero
Se não frear, me ferrei
Composição: Subira Juan Carlos, Pepe Céspedes