Salvavidas de Plomo
Pequeña muerte, la sombra
delo que se perdió
recae sobre uno y no sabés
quien te la mandó...
Pequeña muerte ya no
se puede ocultar
en un momento de la noche no entendés
para donde agarrar...
Quebrar no es un chiste y no
entero no estás más,
te duelen los relojes en la piel
de tanto esperar...
Si lo pensas un poco por ay
la podés alejar
pero se abrió la caja negra del dolor
y como la cerrás...
De tanto odiarla a cualquier hora
la querés más, no te escapás
son cosas de cada uno
Vos sabés que hasta a el más fuerte
lo besó la crueldad...
Te dicen que te quieren
te dicen que te esperan
todo lo que se dice
ya no te sirve más...
Volver yo ya no puedo
las cosas no se cambian de un día para el otro
la sombra me llevará...
Pequeña suerte, la de
entrar a otro lugar
ciego buscando siempre
un amor irreal...
No pienso quedarme llorando
para mendigar
soy una bolsa de locura y rencor
no te quiero ni cruzar...
Salvavidas de Plomo
Pequena morte, a sombra
do que se perdeu
recai sobre um e você não sabe
quem te mandou...
Pequena morte já não
dá pra esconder
em um momento da noite você não entende
pra onde ir...
Quebrar não é brincadeira e não
inteiro você não tá mais,
te doem os relógios na pele
de tanto esperar...
Se você pensar um pouco por aí
dá pra afastar
mas a caixa preta da dor se abriu
e como você fecha...
De tanto odiá-la a qualquer hora
você quer mais, não tem como escapar
são coisas de cada um
Você sabe que até o mais forte
foi beijado pela crueldade...
Te dizem que te amam
te dizem que te esperam
tudo que se diz
já não te serve mais...
Voltar eu já não posso
as coisas não mudam de um dia pro outro
a sombra vai me levar...
Pequena sorte, a de
entrar em outro lugar
cego sempre buscando
um amor irreal...
Não penso em ficar chorando
pra mendigar
sou uma bolsa de loucura e rancor
não quero nem te cruzar...