El Ciruelo
Voy a cantar un corrido
Señores pongan cuidado
Les daré yo el contenido
De un valiente de él estado
Voy a mencionar su nombre
Siquiera por un consuelo
Se llamó Silvestre Castro
De sobrenombre el Ciruelo
Ciruelo dio dos ataques
Que hasta el puerto se asoro
Y luego dio retirada
Porque el parque le falto
En San Jerónimo el Grande
Por cierto, una madrugada
Entro el Ciruelo pelear
Iba su gente encuerada
Al ver su gente robando
Y que ejerce su retiro
El mejor quiso indultarse
Y no quiso ser bandido
Entonces dijo el ciruelo
Vamos a pedir indulto
Y llevo toda su gente
A ese puerto de Acapulco
Aquí estoy mi general
Aquí me tiene presente
Haga de mí lo que quiera
Y deje libre a mi gente
Aquí le entrego mis armas
Y toda mi caballada
Y si piensa fusilarme
Soy hombre y no digo nada
Le contesta el general
Pídame usted lo que quiera
Puedo darle embarcación
En busca de nuevas tierras
Entonces dijo el ciruelo
De mi tierra me separo
Voy en busca de un amigo
Que es el general Amaro
O Ameixeira
Vou cantar um corrido
Senhores, prestem atenção
Vou dar a vocês o conteúdo
De um valente do estado
Vou mencionar seu nome
Ao menos como consolo
Chamava-se Silvestre Castro
Apelidado de Ameixeira
Ameixeira deu dois ataques
Que até o porto assustou
E depois se retirou
Porque faltou munição
Em San Jerónimo el Grande
Por sinal, numa madrugada
Ameixeira entrou para lutar
Seu povo estava nu
Ao ver seu povo roubando
E que estava se aposentando
Ele quis se redimir
E não queria ser bandido
Então disse Ameixeira
Vamos pedir perdão
E levou todo seu povo
Para o porto de Acapulco
Aqui estou, meu general
Aqui estou presente
Faça comigo o que quiser
E deixe meu povo livre
Aqui entrego minhas armas
E toda minha cavalaria
E se pensa em me fuzilar
Sou homem e não digo nada
O general responde
Peça o que quiser
Posso lhe dar um navio
Em busca de novas terras
Então Ameixeira disse
Vou me separar de minha terra
Vou em busca de um amigo
Que é o general Amaro