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Raquenel Villanueva

Beto Quintanilla

Raquenel Villanueva

Se apellida villanueva
Y radica en monterrey
De profesión licenciada
Es valiente la mujer
Terror de los tribunales
Le apodan a raquenel.

Que defiendes puros narcos
Así le decía un juez
Que sumas muy millonarias
Tu cobras por defender
Y por sacar delincuentes
Que yo acabo de meter.

Se que a muchos incomoda
Mi forma de trabajar
Pues no tengo compromisos
Con ninguna autoridad
Ellos pelean el encierro
Yo peleo la libertad.

No vengo a defender monjas
Ni sacristanes ni curas
Vengo a sacar a mis clientes
Que solicitan mi ayuda
De que les cobro loes cobro
De eso no le quede duda.

Se que no compongo el mundo
Pero en algo he de ayudar
Mi trabajo es muy humano
Paga el que puede pagar
Con parte de ese dinero
Llevo comida al penal.

Es una madre soltera
Y su niña es su querer
Por ser noble y justiciera
La trata el mundo al revés
Pues la maldad de los hombres
Se ensañan con la mujer.

Ya son muchos atentados
Y dios la deja vivir
La maldición del culpable
Tal vez este por venir
Dejen a dios que decida
A quien le toca morir.

Raquenel Villanueva

Se chama Villanueva
E mora em Monterrey
Formada em Direito
É valente essa mulher
Terror dos tribunais
Chamam ela de Raquenel.

Que defende só os narcos
Assim dizia um juiz
Que somas bem milionárias
Tu cobra pra defender
E pra tirar os criminosos
Que eu acabei de prender.

Sei que incomoda a muitos
Meu jeito de trabalhar
Pois não tenho compromisso
Com nenhuma autoridade
Eles lutam pela prisão
Eu luto pela liberdade.

Não venho defender freiras
Nem sacristães nem padres
Vim pra tirar meus clientes
Que pedem a minha ajuda
Do que eu cobro, eu cobro
Disso não tenha dúvida.

Sei que não vou consertar o mundo
Mas em algo vou ajudar
Meu trabalho é bem humano
Paga quem pode pagar
Com parte desse dinheiro
Levo comida pro presídio.

É uma mãe solteira
E sua filha é seu amor
Por ser nobre e justiciera
O mundo a trata ao avesso
Pois a maldade dos homens
Se abate sobre a mulher.

Já são muitos atentados
E Deus a deixa viver
A maldição do culpado
Talvez esteja por vir
Deixem Deus decidir
Quem é que vai morrer.

Composição: Norberto Quintanilla