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Porta #3

Between The Buried And Me

Door #3

A letter from the Moon to the ocean
Caressed inside the broken walls
Dimly lit, chains dragging
A peephole darts into what is felt as nothing
Nothing
Nowhere

Corpse flower, you have traveled with
To adore, amongst speaking crows
All alone
A silvery prose

They've sent my thoughts to you
Clinging to life, so tired
An ancient looping reunion
Looping reunion

Stop time
The world moves on
Rewind
The winds of our moments lost
Stop time
The world moves on
Rewind
The winds of our moments lost

Pulling at the tides
The snapping of ghostly fingers
Reminisce the eons
The regression, regression so lovely
Reminisce the eons

To once, to once spew, to once
The same speech following
At every step
Shadowing every move
Shadowing, shadowing
A softly lit corner lights up
Lights up
The world changes with a puff of smoke

Please, I can change
Come visit, I can change
I skinned my knee by habit
My insides are covered in static
Please, I can change
Come visit, I can change
I skinned my knee by habit
My insides are covered in static

Take a drag into your past lives
These stories come and go
Like the tides of yesterday
We'll soon be in a daze

A daze
For days, I have been wandering
I dare
Clawing my feet in the soil
As if I've never been myself
I beg you for my health

On and on, we choke and melt the sun
Caressed in death, soon draw our memories
Live on

Stop time
On and on, we choke and melt the sun
The world moves on
Rewind
Caressed in death, soon draw our memories live on
The winds are lost
Stop time
On and on, we choke and melt the sun
The world moves on
Rewind
Caressed in death, soon draw our memories live on
The winds are lost

Kill, grandson, ransom
These words stop time
Kill, grandson, ransom
These words stop time
Kill, grandson, ransom
They'll find a way
These words stop time
Kill, grandson, ransom
They'll find a way
These words stop time

Porta #3

Uma carta da Lua para o oceano
Acariciada dentro das paredes quebradas
Fraca luz, correntes arrastando
Um olho mágico fura o que se sente como nada
Nada
Nenhum lugar

Flor cadáver, você viajou comigo
Para adorar, entre corvos falantes
Sozinho
Uma prosa prateada

Eles mandaram meus pensamentos pra você
Agarrando-se à vida, tão cansado
Uma antiga reunião em loop
Reunião em loop

Para o tempo parar
O mundo continua
Voltar
Os ventos dos nossos momentos perdidos
Para o tempo parar
O mundo continua
Voltar
Os ventos dos nossos momentos perdidos

Puxando as marés
O estalar de dedos fantasmagóricos
Relembrar as eras
A regressão, uma regressão tão linda
Relembrar as eras

Uma vez, uma vez cuspir, uma vez
O mesmo discurso seguindo
A cada passo
Sombreando cada movimento
Sombreando, sombreando
Um canto suavemente iluminado se acende
Se acende
O mundo muda com uma baforada de fumaça

Por favor, eu posso mudar
Venha me visitar, eu posso mudar
Eu ralei meu joelho por hábito
Meu interior está coberto de estática
Por favor, eu posso mudar
Venha me visitar, eu posso mudar
Eu ralei meu joelho por hábito
Meu interior está coberto de estática

Dê uma tragada nas suas vidas passadas
Essas histórias vão e vêm
Como as marés de ontem
Logo estaremos em um transe

Um transe
Por dias, eu tenho vagado
Eu me atrevo
Arranhando meus pés no solo
Como se eu nunca tivesse sido eu mesmo
Eu te imploro pela minha saúde

Continuamos, sufocando e derretendo o sol
Acariciados pela morte, logo desenharemos nossas memórias
Viva

Para o tempo parar
Continuamos, sufocando e derretendo o sol
O mundo continua
Voltar
Acariciados pela morte, logo desenharemos nossas memórias vivas
Os ventos estão perdidos
Para o tempo parar
Continuamos, sufocando e derretendo o sol
O mundo continua
Voltar
Acariciados pela morte, logo desenharemos nossas memórias vivas
Os ventos estão perdidos

Mate, neto, resgate
Essas palavras param o tempo
Mate, neto, resgate
Essas palavras param o tempo
Mate, neto, resgate
Eles encontrarão um jeito
Essas palavras param o tempo
Mate, neto, resgate
Eles encontrarão um jeito
Essas palavras param o tempo