Tradução gerada automaticamente

Obsessed With Childhood
Bif Naked
Obsessed With Childhood
I have to tell you I am obsessed with my childhood. I never pooped. I'm serious, I hated pooing, I never did it. I refused to poo as child. Mostly, I couldn't. It wasn't meat loaf, it wasn't chicken and rice, it wasn't six hot-dogs at lunch with Kraft Dinner on top, it wasn't Sloppy Joe's, it wasn't inactivity, I just never ever pooped. My parents had this house on Milinocket Court that had a bathroom upstairs. It had a door in the hallway and a door in the master bedroom. They used to close the hallway door, open the bedroom door, sit me on the potty and pull the t.v. in there you know, so I'd sit and watch and …wait. I mean hours. I must have been rotting insdie1 It would be like a week in between. You know, I discussed this at length with my mom, and she was concerned thinking she fed me too much meat and stuff. But you know what I say, my two sisters had no problem pooping, and they ate the same suppers. It was just me. I was sick as a child, I mean I was always sick.
If I fell off my bike and got a scrape, it would be infected. When I had the chicken pox, I was hospitalized because each pock was infected. Each one! In my eyelids, everywhere. The nurses had to dab each pock with a medicated cotton ball. My dad used to take us camping, and this one time I stepped on a dirty nail, you know, like rusty, with my barefoot. My whole hell became infected (laughs). It was hug! My heel was the size of a volleyball! I had to go to the doctor and get it drained. I was so ticklish all the time it took 5 or 6 doctors and nurses to hold me down and then the feeling of the lanced hell, and I was screaming. My older sister was laughing her head off, right there. I had scarletina this one time, and was quarantined. I had a tonsillectomy. I even remember one time in the hospital, of course for you know the reason. A nurse was trying to put a suppository in my rear end. I was squirming and wrigglin' and gigglin'. You know, cause I was getting tickled. Then I'd cry, c
ause I was all tense, you know, and it hurt. Sooner or later, I had to make a run for it to the bathroom. Boy, those nurses sure got mad at me for leavin' a trail. Someone's always mad, hey? You know, I took lots of things as a kid; ballet and jazz, dance, soccer, piano. I was always in trouble, always bein' a ham. When I was 5 we were all on the stage with these cardboard clocks like, you know, two feet across, tied around us with string, like a sandwich board. We were all moving our arms back and forth, tick, tock, tick, tock, tick, tock . I was wearing red buckle shoes, that I know. Well, my string broke and the clock fell off, night there on stage, I just stood there, frozen, and bawling. The teacher had to walk on to the stage and carry me off. You know, I reacted the same way when that stagedivin' crowd surfer kicked my microphone into my teeth. Hey, the more things change. I quit all of it eventually. Dance class cause I got lazy, soccer cause I grew boobs, and piano cause my teac
her, Mrs. Davies, got mad at me and called me a stupid girl and banged my hands on the keys. You know I was even a cheerleader. Hey, in grade 6 in Kentucky it was a cool thing. ‘S-U-C-C-E-S-S, that's the way we spell success!'. I can't believe it. (laughs) ‘V-I-C-T-O-R-Y, victory, victory is our cry gotta go'. That's how it went. I don't really remember the hand movements. But, uh, I was never one of the popular cheerleaders. I remember this girl April was very popular, and this other girl Jennifer was very popular. There were like, we were all in grade 6, but they had, like, bodies of 17year old people. And, and hey looked like Farrah Fawcett, you know all blond with feathered hair and endless teeth. I didn't look like that. I wonder if my dad wouldn't have moved us around so much, what if I woulda turn out different? You know, normal? Or am I? I, I'm obsessed with my childhood. Cause I dont' think I'm fully grown up. Are you? I mean really? I am my inner child. I
had to search for my inner adult. And I'm still lookin'. I still eat 6 hot dogs for lunch, they're just vegetarian now.
Obcecado pela Infância
Eu tenho que te contar que sou obcecado pela minha infância.
Eu nunca conseguia fazer cocô. Tô falando sério, eu odiava fazer cocô, nunca consegui. Eu me recusava a fazer cocô quando era criança. Na verdade, eu não conseguia. Não era carne moída, não era frango com arroz, não eram seis cachorros-quentes no almoço com macarrão por cima, não era Sloppy Joe, não era falta de atividade, eu simplesmente nunca conseguia fazer cocô. Meus pais tinham uma casa na Milinocket Court que tinha um banheiro em cima. Tinha uma porta no corredor e uma porta no quarto principal. Eles costumavam fechar a porta do corredor, abrir a porta do quarto, me sentar no vaso e levar a TV pra lá, sabe, pra eu sentar e assistir e... esperar. Quero dizer, horas. Eu devia estar apodrecendo por dentro! Era tipo uma semana entre uma vez e outra. Sabe, eu conversei muito sobre isso com minha mãe, e ela estava preocupada achando que me alimentava demais com carne e essas coisas. Mas sabe o que eu digo, minhas duas irmãs não tinham problema nenhum em fazer cocô, e elas comiam os mesmos jantares. Era só eu. Eu era doente quando criança, quero dizer, eu estava sempre doente.
Se eu caísse da bicicleta e me machucasse, ficava infectado. Quando eu tive catapora, fui hospitalizado porque cada bolha estava infectada. Cada uma! Nas pálpebras, em todo lugar. As enfermeiras tinham que passar um algodão medicado em cada bolha. Meu pai costumava nos levar pra acampar, e uma vez eu pisei em um prego sujo, sabe, tipo enferrujado, com o pé descalço. Meu calcanhar inteiro ficou infectado (risos). Era um horror! Meu calcanhar estava do tamanho de uma bola de vôlei! Eu tive que ir ao médico e drenar. Eu era tão sensível que precisavam de 5 ou 6 médicos e enfermeiras pra me segurar, e então a sensação de ter o calcanhar furado, e eu estava gritando. Minha irmã mais velha estava rindo à beça, bem ali. Eu tive escarlatina uma vez e fui colocado em quarentena. Fiz uma amigdalectomia. Eu até lembro de uma vez no hospital, claro, por você sabe o motivo. Uma enfermeira estava tentando colocar um supositório na minha bunda. Eu estava se contorcendo e rindo. Sabe, porque eu estava sendo cutucado. Então eu chorava, porque eu estava todo tenso, sabe, e doía. Mais cedo ou mais tarde, eu tinha que correr pro banheiro. Caramba, aquelas enfermeiras ficaram muito bravas comigo por eu deixar um rastro. Alguém sempre fica bravo, né? Sabe, eu fiz muitas coisas quando criança; balé e jazz, dança, futebol, piano. Eu estava sempre me metendo em encrenca, sempre fazendo palhaçada. Quando eu tinha 5 anos, estávamos todos no palco com esses relógios de papelão, tipo, sabe, com dois pés de diâmetro, amarrados em nós com corda, como um quadro de sanduíche. Estávamos todos movendo os braços pra frente e pra trás, tic, toc, tic, toc, tic, toc. Eu estava usando sapatos vermelhos com fivela, isso eu sei. Bem, minha corda quebrou e o relógio caiu, bem ali no palco, eu só fiquei parada, congelada, e chorando. A professora teve que subir no palco e me carregar pra fora. Sabe, eu reagi da mesma forma quando aquele surfista de palco chutou meu microfone nos meus dentes. Ei, quanto mais as coisas mudam. Eu acabei desistindo de tudo isso. A aula de dança porque fiquei preguiçosa, futebol porque cresci e peguei peito, e piano porque minha professora, a Sra. Davies, ficou brava comigo e me chamou de garota burra e bateu minhas mãos nas teclas. Sabe, eu até fui líder de torcida. Ei, na sexta série em Kentucky era uma coisa legal. 'S-U-C-C-E-S-S, assim que se escreve sucesso!'. Eu não consigo acreditar. (risos) 'V-I-C-T-O-R-Y, vitória, vitória é nosso grito, temos que ir'. Era assim que funcionava. Eu realmente não lembro dos movimentos das mãos. Mas, uh, eu nunca fui uma das líderes de torcida populares. Eu lembro que essa garota chamada April era muito popular, e essa outra garota chamada Jennifer também era muito popular. Éramos todos da sexta série, mas elas tinham, tipo, corpos de pessoas de 17 anos. E, e elas pareciam a Farrah Fawcett, sabe, todas loiras com cabelo pluma e dentes intermináveis. Eu não parecia assim. Eu me pergunto se meu pai não tivesse nos mudado tanto, como eu teria saído diferente? Sabe, normal? Ou sou eu? Eu, eu sou obcecado pela minha infância. Porque eu não acho que sou totalmente adulto. E você? Quero dizer, realmente? Eu sou minha criança interior. Eu tive que procurar meu adulto interior. E ainda estou procurando. Eu ainda como 6 cachorros-quentes no almoço, só que agora são vegetarianos.



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