VILLANUEVERA
Mujer que naciste en mi pueblo
Cerquita al río frente a la sierra
Por ti que el mar se ve en su cielo
Sobre tu sombra villanuevera
Por ti que guardas de la infancia
Esa fragancia, esa ternura
Por ti que lloras en silencio
Las penas mías y no las tuyas
Hoy te voy a dedicar la fuente natural
De un pueblo en mi poema y te voy a adivinar
Las noches que al partir te hablaron de mi ausencia
Sé que en todo hay un lugar dispuesto
A reflejar tus lágrimas y penas
Luego entonces callaré porque eres con razón
Más noble que sincera
Yo sé que nada tengo y es tan solo tu sufrir
Allí y traigo vanidades que no estás
No sé que penas me enloquecieron
No sé que penas, te estoy cantando
Serán mis penas por ti de amor, tu ausencia es mi desconsuelo
Será que el mismo recuerdo
Me da la gran conclusión
Por ti que el Sol me sabe a vino
En mañanitas villanuevera
Por ti que guardas en invierno
Las aguas mansas bajo tu sedas
Sé que todo está perdido
Que nuevamente rodea la arena
Yo sé que tu mañana mismo té vas dejándome en primavera
Sé que frente al mundo soy un hombre de cristal
Con alma transparente
Sé por tu dulce mirar que puedes comprender
Lo que nadie comprende
Otra vez volvió a quedar en el mismo lugar
Para empezar de nuevo
Sé que voy a recorrer un caminito igual
A mis caminos viejos
Ya sé que nada es como ayer
Más luego llegará un final y siempre
Llega un nuevo amanecer
No sé que penas me enloquecieron
No sé que penas te estoy cantando
Serán mis penas por ti de amor
No sé si es mi desconsuelo
Será que el mismo recuerdo me da la gran conclusión
VILLANUEVERA
Mulher que nasceu na minha cidade
Pertinho do rio, de frente pra serra
Por você que o mar se vê no céu
Sobre sua sombra villanuevera
Por você que guarda da infância
Essa fragância, essa ternura
Por você que chora em silêncio
As minhas dores e não as suas
Hoje vou dedicar a fonte natural
De um povo no meu poema e vou adivinhar
As noites que ao partir te falaram da minha ausência
Sei que em tudo há um lugar disposto
A refletir suas lágrimas e penas
Então vou me calar porque você é com razão
Mais nobre que sincera
Eu sei que nada tenho e é só seu sofrer
Lá e trago vaidades que você não está
Não sei que dores me enlouqueceram
Não sei que dores, te estou cantando
Serão minhas dores por você de amor, sua ausência é meu desespero
Será que a mesma lembrança
Me dá a grande conclusão
Por você que o Sol me sabe a vinho
Nas manhãs villanueveras
Por você que guarda no inverno
As águas mansas sob suas sedas
Sei que tudo está perdido
Que novamente a areia rodeia
Eu sei que sua manhã mesmo está me deixando na primavera
Sei que frente ao mundo sou um homem de cristal
Com alma transparente
Sei pelo seu doce olhar que você pode entender
O que ninguém entende
Mais uma vez ficou no mesmo lugar
Para começar de novo
Sei que vou percorrer um caminho igual
A meus caminhos antigos
Já sei que nada é como ontem
Mas logo chegará um final e sempre
Chega um novo amanhecer
Não sei que dores me enlouqueceram
Não sei que dores te estou cantando
Serão minhas dores por você de amor
Não sei se é meu desespero
Será que a mesma lembrança me dá a grande conclusão