395px

Aída

BleuD

Aída

Ah, oh, Aída

Aída, me acostumbré
A caminar sola, con
Mis cicatrices, con
Mis dudas, y mi voz
Rota. Pasaron los
Años y me hicieron
Creer que el brillo
Venía de afuera
Que yo no era
Suficiente, pero
Ahora… Yo soy mi
Propia estrella
Empecé a brillar
A verme tan bella

No, no vengo a
Arrastrar a nadie
Ni a cargar con el
Peso de almas
Perdidas. Mi paz no
Está a la venta, y
Si no sabes lo que
Significa sanar
Tampoco tienes
Cabida en mi
Caminar

Ah, uh, sí
Aída, yo

No voy a bajar de
Nivel, no, no lo
Haré, si no sabes
Elevarte, yo no soy
Tu red. No es ego
Es el arte de saber
Quién soy, y no voy
A bajar ni un
Centímetro por nadie

Mi nivel está claro
No es un juego de
Máscaras, no me verás
Esperando que me
Alcances, trabaja
Por ti, pero si no
Lo haces no importa
Yo ya llegué a dónde
Nunca imaginaste

Ah, ah, Aída, oh

Sí, he aprendido a
Soltar lo que no me
Pertenece, el ruido
Las promesas vacías
Las expectativas
Ajenas. Fui el eco
De mis propios
Miedos, y hoy ya no
Soy esa mujer que
Se pregunta si es
Suficiente, Ahora
Me reconozco

No tengo tiempo para
Explicar el valor de
Mi ser, ni para
Convencer a quien no
Ha trabajado en su
Alma. Si quieres
Entrar en mi vida
Será cuando seas el
Reflejo de lo que
Hayas sanado. No
Habrá espacio para el
Lastre ni para el
Drama

Ah, oh, Aída
Sí

Aída

Ah, oh, Aída

Aída, me acostumei
A andar sozinha, com
Minhas cicatrizes, com
Minhas dúvidas, e minha voz
Rachada. Passaram-se os
Anos e me fizeram
Acreditar que o brilho
Vinha de fora
Que eu não era
Suficiente, mas
Agora… Eu sou minha
Própria estrela
Comecei a brilhar
A me ver tão linda

Não, não venho a
Arrastar ninguém
Nem a carregar o
Peso de almas
Perdidas. Minha paz não
Está à venda, e
Se você não sabe o que
Significa curar
Tampouco tem
Espaço no meu
Caminhar

Ah, uh, sim
Aída, eu

Não vou baixar de
Nível, não, não vou
Fazer isso, se você não sabe
Se elevar, eu não sou
Sua rede. Não é ego
É a arte de saber
Quem sou, e não vou
Baixar nem um
Centímetro por ninguém

Meu nível está claro
Não é um jogo de
Máscaras, não me verá
Esperando que me
Alcance, trabalhe
Por você, mas se não
Fizer, não importa
Eu já cheguei aonde
Nunca imaginou

Ah, ah, Aída, oh

Sim, aprendi a
Soltar o que não me
Pertence, o barulho
As promessas vazias
As expectativas
Alheias. Fui o eco
Dos meus próprios
Medos, e hoje já não
Sou essa mulher que
Se pergunta se é
Suficiente, agora
Me reconheço

Não tenho tempo para
Explicar o valor do
Meu ser, nem para
Convencer quem não
Trabalhou na sua
Alma. Se quiser
Entrar na minha vida
Será quando você for o
Reflexo do que
Houver curado. Não
Haverá espaço para o
Lastro nem para o
Drama

Ah, oh, Aída
Sim

Composição: