Vampiro

Denso e caldo è il tuo sangue
Rosso come l'orizzonte
Candido e freddo è il tuo corpo
Bianco come il mio volto storto
Sei inutile, fragile, disteso
Qui davanti a me

Sei pallido, bianco in preda a una lunga morte lenta
Io ti morderò ti succhierò il sangue, non ti risparmierò

Sento una musa che mi canta
La sua voce ti conforta
Sento il tuo respiro fiacco,
Il dolce tuo risveglio lento
E adesso che tu giaci qui davanti a me
Ti spegnerai

Sei pallido, bianco in preda a una lunga morte lenta
Io ti succhierò, mia dolce ninfa, il sangue
Non ti risparmierò

Ma forse sto delirando adesso che
Il tuo viso mi sta lasciando qui, davanti a te
Ma forse è solo il rimpianto che non sento
Io non ti risparmierò mai

Risparmiami..
No, risparmiami
Adesso che tu giaci qui davanti a me,
Adesso che ti spegnerai davanti a me

Sei pallido, bianco in preda a una lunga morte lenta
Io ti morderò, ti succhierò il sangue
Non ti risparmierò, mai!

Vampiro

Denso e quente é o seu sangue
Vermelho como o horizonte
Branco e frio é o seu corpo
Branco como a minha cara torta
Você é inútil .. frágil .. mentindo
Aqui diante de mim

Está pálido, branco nas garras de uma morte muito lenta
Eu! te morderei te sugarei o sangue, não te pouparei!

Eu ouço uma musa que canta para mim,
Sua voz me conforta!
Eu sinto sua respiração é fraca,
Doce você acorda lentamente ..
E agora que você se encontra aqui na minha frente
Te estinguirei...

Você está pálido!, branco nas garras de uma morte muito lenta
Eu! Você suga, doce ninfa, o sangue
Não poupe!

Mas! Talvez eu esteja delirando agora que..
Seu rosto está me deixando aqui... diante de você...
Mas talvez seja só lamento o que eu sinto..
Eu não te pouparei! Nunca!

Poupe-me
Não, poupe-me
Agora que você se encontra aqui na minha frente,
Agora que você se estingue diante de mim!

Está pálido, branco nas garras de uma morte muito lenta
Eu, te morderei, sugarei seu sangue,
Não te pouparei, nunca!

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