A Slumber In Cobwebs
Confined to our fortifications,
Besieged by a horde of berserk wolves,
We rapidly ran out of food
And sought an armistice ...
The plague of Famine had undermined our will,
Nobles and plebs were all dead or ill,
Our wall was transformed into a trap
And the barbarians were invading our burg
With Blaze, Pillaging and Murder.
I've seen the marble dyed
With blood of lackeys, of plotters
Of obsequious, rouged harlots;
I've ever sen the blood of my parents
Squirt scarlet on their purple garments...
Somber harbinger ...
The nettle of fear ate into my heart
So I took refuge in the bowels of the castle,
Lest I fall under their fierce ire
Somewhere down this bottomless sewer
I think I've discovered
A disused torture chamber
Or else all these cadavers
I've encountered Were my predecessors...
Vomitive miasmas are polluting my being
The lurid stench obstructs my breathing
Ugh....
" Shall I lick the sweat of rocks
or crunch the dregs of insects
To quench my thirst and silence my hunger? "
Here, my torch perishes
And I stride a threshold
Groping along in a gloomy room ...
It's an underground den covered with vermin
Have you ever felt your name
carved in the wood of your tomb?
In this occult crypt rot my forefathers
I must assume my Fate ...
Rigor Mortis, I greet thee in my members
And wait to lack oxygen, to faint...
Snatch me, Thanathos, end my disgrace
And solemn, your slumber, I'll embrace
For now my sorrows plough an extinct inferno
Um Sono em Teias de Aranha
Confinados em nossas fortificações,
Sitados por uma horda de lobos enlouquecidos,
Ficamos sem comida rapidamente
E buscamos um armistício ...
A praga da Fome minou nossa vontade,
Nobres e plebeus estavam todos mortos ou doentes,
Nossa muralha se transformou em uma armadilha
E os bárbaros invadiam nossa cidade
Com Fogo, Saque e Assassinato.
Eu vi o mármore tingido
Com o sangue de lacaios, de conspiradores
De meretrizes subservientes e pintadas;
Eu sempre vi o sangue dos meus pais
Jorrando escarlate em suas vestes roxas...
Sombrio presságio ...
A urtiga do medo devorou meu coração
Então busquei refúgio nas entranhas do castelo,
Para não cair sob sua ira feroz
Em algum lugar nesse esgoto sem fundo
Acho que descobri
Uma câmara de tortura desativada
Ou então todos esses cadáveres
Que encontrei eram meus antecessores...
Miasmas vomitivos estão poluindo meu ser
O fedor nauseante obstrui minha respiração
Ugh....
"Devo lamber o suor das pedras
ou mastigar os restos de insetos
Para saciar minha sede e silenciar minha fome?"
Aqui, minha tocha se apaga
E eu atravesso um limiar
Tateando em uma sala sombria ...
É uma toca subterrânea coberta de vermes
Você já sentiu seu nome
entalhado na madeira do seu túmulo?
Nesta cripta oculta apodrecem meus antepassados
Eu devo aceitar meu Destino ...
Rigor Mortis, eu te cumprimento em meus membros
E espero faltar oxigênio, desmaiar...
Arranca-me, Thanatos, acaba com minha desgraça
E solenemente, seu sono, eu abraçarei
Pois agora minhas tristezas aram um inferno extinto