28 de Junho de 2023, às 15:10
A comunidade LGBTQIA+ é parte essencial da história da música. Mais do que expressar arte, diversos artistas LGBTQIA+ utilizam suas plataformas para celebrar suas identidades, compartilhar suas jornadas amorosas com liberdade e inspirar milhões de pessoas ao redor do mundo.
Essas vozes quebram barreiras na indústria da música e abrem novos caminhos para a representatividade. Exaltar essas vivências é importante em qualquer época do ano, não somente no Dia do Orgulho LGBTQIA+.
Por isso, listamos os principais artistas LGBTQIA+ da música internacional que fazem a diferença. Vem com a gente!
Se você deseja atualizar a sua playlist com representatividade e talento, selecionamos os principais artistas da música internacional que fazem parte da comunidade queer.
Conheça a seguir os artistas LGBTQIA+ que conquistaram as paradas mundiais com suas vozes, letras marcantes e trajetórias inspiradoras.
Ricky Martin explodiu com Livin’ La Vida Loca e elevou o sucesso do pop latino, abrindo portas para artistas como Shakira e Jennifer Lopez.
Mas ele já passava dificuldades na indústria sendo latino e, na época, não se sentia confortável para falar sobre sua sexualidade. Segundo Ricky: “eu já senti que era difícil ser um latino em Hollywood, o que poderia ter sido mais difícil do que ser latino e gay?”.
Em 2010, o cantor porto-riquenho se assumiu homossexual e se tornou um filantropo dedicado, defendendo os direitos das famílias LGBTQIA+ e a igualdade civil.
Um nome gigante na música internacional, Elton John é pianista, cantor e compositor com músicas icônicas, como Your Song e Rocket Man, além de já ter vendido mais de 300 milhões de discos.
Nascido no Reino Unido, Elton foi um dos primeiros astros globais a se declarar abertamente homossexual. Ele é ativista em sua fundação contra o HIV.
O lendário vocalista do Queen nasceu em Zanzibar (atual Tanzânia) e revolucionou o rock mundial.
Freddie Mercury era gay assumido entre os mais próximos, sua presença de palco e sua extensão vocal quebraram todos os padrões conservadores de sua época, tornando-o um ícone imortal da liberdade e da música.
Nascido na África do Sul e criado na Austrália, Troye Sivan iniciou sua trajetória artística na internet antes de estourar no cenário pop global.
Ele fala abertamente sobre sua homossexualidade desde o início de sua carreira e traduz a cultura e os romances jovens em videoclipes muito visuais. Troye também é ativista das causas LGBTQIA+.
Diretamente da Geórgia, nos Estados Unidos, Montero Lamar Hill, mais conhecido como Lil Nas X, ganhou destaque com Old Town Road. O rapper chocou a indústria ao revelar que é gay no auge do sucesso.
Ele utiliza seus videoclipes e apresentações para misturar o hip-hop e outros ritmos com uma estética queer ousada e cheia de personalidade.
Sam Smith já é dono de quatro Grammys, um Globo de Ouro, um Oscar e três BRIT Awards. Em uma entrevista, o cantor declarou que sua mãe já sabia que ele era gay aos três anos de idade.
Sam revelou sua orientação sexual durante seu discurso de agradecimento na 57ª edição do Grammy Awards e, em 2019, anunciou ser não-binário, comentando: “não sou homem nem mulher. Eu acho que flutuo em algum lugar entre os dois”.
Nascido em Los Angeles, Sylvester era gay e foi uma das maiores forças do disco com o hino You Make Me Feel (Mighty Real).
Com sua voz marcante e visual andrógino, ele desafiou abertamente as normas de gênero nas décadas de 1970 e 1980, abrindo caminhos na música eletrônica e pop.
A cantora e compositora alemã radicada nos Estados Unidos conquistou uma série de recordes com Unholy, hit feito em parceria com Sam Smith.
Com isso, Kim Petras foi a primeira mulher abertamente trans a ganhar um Grammy, além de ter sido a primeira a chegar ao topo das paradas mundiais em diferentes charts.
O “Camaleão do Rock” nasceu em Londres e marcou gerações ao desafiar definições rígidas de gênero e sexualidade.
David Bowie se declarava bissexual e usou alter egos como Ziggy Stardust para trazer a androginia e o espaço sideral para o centro da cultura pop mundial.
A artista norte-americana é reconhecida por sua atuação multifacetada na música, no cinema e na moda.
Janelle Monáe se identifica como pansexual e não-binária, e utiliza álbuns conceituais de ficção científica para abordar questões de raça, sexualidade, tecnologia e libertação social.
Vocalista da aclamada banda de rock norte-americana Greta Van Fleet, Josh Kiszka revelou publicamente seu relacionamento homoafetivo de longa data para protestar contra leis restritivas no estado do Tennessee (EUA).
Conhecido por seus agudos impressionantes, Josh trouxe mais representatividade para a nova geração do rock.
Nascida em Chicago, o berço da house music, a DJ e produtora Honey Dijon é uma das mulheres trans mais influentes da música eletrônica mundial.
Ela mistura gêneros musicais com maestria e frequentemente colabora com grandes marcas de alta costura, unindo música e moda.
Líder e guitarrista da icônica banda de punk rock norte-americana, Billie Joe Armstrong declarou sua bissexualidade ainda na década de 1990.
Suas letras diretas no Green Day frequentemente abordam a alienação social, a política e a quebra de expectativas tradicionais de comportamento.
Nascido em Nova Orleans, o cantor e compositor Frank Ocean revolucionou os bastidores do R&B contemporâneo ao publicar uma carta aberta sobre suas experiências amorosas.
De forma muito sincera, Frank disse que seu primeiro amor foi um homem. Ele também comentou que nunca gostou de se limitar a rótulos rígidos nos relacionamentos.
Nascido na Califórnia, o cantor, ator e apresentador RuPaul Charles é considerado a drag queen mais famosa do planeta.
Assumidamente gay, RuPaul ajudou a levar a cultura drag e a música dance para o grande público global com seus álbuns de estúdio e bordões icônicos que celebram o amor-próprio e a diversidade.
A rapper e compositora de Porto Rico ganhou destaque internacional na cena urbana e no reggaeton.
Aberta sobre sua orientação sexual, Young Miko se autoproclama uma “lésbica exemplar”. Ela sempre incluiu narrativas românticas e gírias da comunidade em suas rimas, quebrando barreiras em um nicho historicamente masculino.
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