Top 16 álbuns que marcaram 2025: a lista absoluta dos melhores

Veja a nossa lista definitiva com os melhores álbuns de 2025, reunindo os lançamentos nacionais e internacionais que fizeram a trilha sonora deste ano valer a pena!

Listas musicais · Por Ana Paula Marques

27 de Novembro de 2025, às 14:45


O ano vai se encaminhando para o final e todo mundo quer saber: afinal, quais foram os melhores álbuns de 2025?

A boa notícia é que não faltaram lançamentos para soltar o play, do irreverente Rock Doido de Gaby Amarantos ao multipremiado Debí Tirar Más Fotos, de Bad Bunny, passando pelo retorno de Rosalía em Lux e pelas Coisas Naturais de Marina Sena.

Neste texto, você vai conferir a lista definitiva com os álbuns que realmente se destacaram, cada um à sua maneira, em um ano cheio de movimentos ousados e vozes que fizeram 2025 valer a pena ouvir. Boa leitura!

Os melhores álbuns de 2025: os lançamentos mais marcantes do ano

O ano anda cheio de discos que fazem a gente parar o que está fazendo só para ouvir com calma. Alguns surpreendem, outros confirmam expectativas e muitos mostram como a música continua mudando de formas que ninguém prevê.

Se você quer saber o que realmente ficou acima da média este ano, esta seleção é um bom ponto de partida. Confira os melhores álbuns de 2025!

Debí Tirar Más Fotos – Bad Bunny

Debí Tirar Mas Fotos foi o retorno de Bad Bunny às suas raízes porto-riquenhas, explorando gêneros tradicionais como a salsa, sem abandonar sua veia experimental. Entre as 17 faixas, clássicos instantâneos como DtMF e BAILE INoLVIDABLE.

Coisas Naturais – Marina Sena

Em Coisas Naturais, Marina Sena entrega seu trabalho mais maduro até agora, combinando influências de rock psicodélico, pop tropical e ritmos brasileiros de maneira espontânea e orgânica, como no sucesso Numa Ilha.

Mayhem – Lady Gaga

Lady Gaga retorna sem personagens em Mayhem, optando por um álbum mais cru e ousado. Ela mistura influências de David Bowie, Prince e Nine Inch Nails, entregando seu trabalho mais coeso em muito tempo, com destaque para Abracadabra.

Novo Mundo – Arnaldo Antunes

Novo Mundo traz Arnaldo Antunes inspirado, dialogando com temáticas contemporâneas como conectividade, desinformação e crises sociais, incluindo um reencontro com Marisa Monte em Sou Só. Certamente, um dos melhores álbuns de 2025 no Brasil.

Sable, Fable – Bon Iver

Bon Iver volta em grande estilo com Sable, Fable, seu primeiro álbum em cinco anos. O disco alterna entre o folk etéreo de Sable e a soul-pop de Fable, entregando melodias esperançosas e uma produção luminosa, como o single Everything Is Peaceful Love.

O Mundo Dá Voltas – BaianaSystem

O BaianaSystem continua fiel ao seu discurso social em O Mundo Dá Voltas, sem perder a leveza de seu groove dançante. A fusão de percussão, sintetizadores e vozes cria um som contemporâneo e profundamente enraizado nas origens afro, como no hit Batukerê.

Lux – Rosalía

Lux representa uma evolução ambiciosa na carreira de Rosalía: é orquestral, espiritual e multilíngue, com colaborações que vão de Björk a Yves Tumor, no single Berghain. Gravado com a London Symphony Orchestra, o álbum traz temas de feminilidade e transcendência.

Afim – Zé Ibarra

Em Afim, Zé Ibarra mostra generosidade artística: em vez de monopolizar a autoria, ele se abre para colaborações e releituras de outros compositores, mantendo-se focado no presente da música brasileira, com destaque para Infinito em Nós.

Addison – Addison Rae

Em seu primeiro álbum de estúdio, Addison Rae mistura trip hop, dance-pop e referências dos anos 1990/2000 para contar suas experiências pessoais de forma divertida e sincera, como na irresistível Money Is Everything.

Diamantes, Lágrimas e Rostos Para Esquecer – BK

O rapper BK funde samples exuberantes com letras vulneráveis e sofisticadas em Diamantes, Lágrimas e Rostos Para Esquecer, reforçando sua identidade artística sem cair em fórmulas fáceis. Não deixe de ouvir Cacos de Vidro, colaboração com Evinha.

Eusexua – FKA Twigs

FKA Twigs parte de uma sensação criada por ela mesma para construir Eusexua, um disco sobre desejo, vulnerabilidade e inquietação. A faixa-título já deixa claro o clima: camadas vocais delicadas, eletrônica contida e um sentimento de confissão que molda o álbum.

KM2 – Ebony

KM2 é um reencontro de Ebony com a sua própria história. O álbum começa recuperando sons, frases e referências da cultura da Baixada Fluminense: em faixas como Não Lembro da Minha Infância, a rapper transforma vulnerabilidade em narrativa forte.

Something Beautiful – Miley Cyrus

O retorno de Miley Cyrus ao pop Something Beautiful traz faixas ambiciosas, que misturam pop expansivo, disco e influências eletrônicas, como a dançante Walk of Fame, com Brittany Howard.

Um Mar Pra Cada Um – Luedji Luna

Luedji Luna entrega em Um Mar Pra Cada Um um disco cuidadoso, que exige tempo e atenção. Abrindo com uma faixa instrumental e jazzística, Gênesis, ela prepara o ouvinte para um trabalho que se constrói em camadas, com arranjos detalhados e poesia sutil.

West End Girl – Lily Allen

Lily Allen encerra seu hiato com o visceral West End Girl, que transforma desilusões pessoais em canções pop precisas, em meio a temas de separação e autoficção. A produção ganhou destaque imediato por faixas como Madeline e Pussy Palace.

Rock Doido – Gaby Amarantos

Rock Doido é Gaby Amarantos em seu estado mais inventivo. Com 22 faixas curtas que se encadeiam sem pausa, o disco captura a energia das festas de aparelhagem e mistura humor, crítica e lembranças da cultura paraense, com destaque para Foguinho.

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Agora que você conhece os melhores álbuns de 2025, aproveite para conhecer os 10 discos mais vendidos da história no texto exclusivo!

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