26 de Janeiro de 2026, às 19:13
Você sabia que existem várias músicas que falam de Minas Gerais e ajudam a contar a história de um estado que sempre teve uma relação profunda com a música brasileira?
Seja na MPB, no sertanejo, no rock ou nas canções populares, Minas aparece como território afetivo, espiritual e cultural, retratado em letras que falam de paisagens, saudade, identidade e pertencimento.
Não é por acaso que nomes como Milton Nascimento, Toninho Horta, Paula Fernandes, César Menotti & Fabiano e tantos outros transformaram o estado em tema recorrente de suas obras. Vem conferir as melhores músicas sobre Minas Gerais!
Agora é hora de entrar de vez nesse trem musical. A seleção reúne músicas famosas e de diferentes estilos que ajudam a responder qual é a música tradicional de Minas Gerais e por que a sonoridade do estado é tão diversa.
Tem MPB, sertanejo, samba, rock e aquele “uai” que só os mineiros entendem. Então ajeita o fone, prepara a playlist e bora conferir as melhores músicas que falam de Minas Gerais!
Minas Gerais é uma declaração direta de amor ao estado. A faixa destaca o orgulho de ser mineiro, exaltando costumes, sotaque e o sentimento de pertencimento que acompanha quem nasce em Minas ou cria laços profundos com a terra.
Em Alô Minas Gerais, a dupla Kleo Dibah & Rafael constrói uma espécie de saudação musical ao estado. A letra dialoga com a ideia de saudade, algo muito presente nas canções sobre Minas Gerais, especialmente no sertanejo.
Essa é uma das músicas mineiras mais tocadas quando o assunto é identidade regional. Saudade de Minas traduz o sentimento de quem está longe do estado, mas carrega Minas no coração, falando sobre lembranças simples e a vida no interior.
Clássico absoluto da música mineira e da MPB, Minas Geraes não se limita a descrever o estado, mas propõe uma leitura poética e quase espiritual de Minas, conectando o território à formação cultural, humana e musical do Brasil. É referência obrigatória para os mineiros.
Embora Almir Sater seja fortemente associado ao Mato Grosso do Sul, Minas é Logo Ali mostra Minas como lugar de passagem, encontro e acolhimento. A música mostra como o estado aparece na música brasileira como ponto de referência afetivo.
Paula Fernandes constrói em Seio de Minas uma homenagem delicada às paisagens e à espiritualidade do estado, associando Minas à natureza, às montanhas e à ideia de abrigo. É um exemplo clássico de como o sertanejo dialoga com a tradição regional.
Em Congada de Minas Gerais, Martinho da Vila presta homenagem às manifestações culturais afro-brasileiras presentes no estado, especialmente a congada. A música destaca a importância dessa tradição, conectando fé, música e resistência.
Minas em Mim aborda o estado como identidade interior, que se carrega independentemente do lugar físico. A interpretação de Jane Duboc reforça a ideia de que Minas não é apenas geografia, mas sentimento, memória e formação pessoal.
Agnaldo Timóteo transforma Minas em cenário idealizado, quase onírico, na faixa Fantasia de Minas Gerais. A música traz uma visão romântica do estado, valorizando paisagens, tradições e a atmosfera acolhedora que costuma ser associada à região.
Ícone do rock mineiro, Eu Sou Mineiro! reflete energia, humor e orgulho explícito. A banda Tianastácia traz uma visão mais urbana e contemporânea da identidade local, mostrando que as músicas mineiras não se restringem à MPB ou ao sertanejo.
Com linguagem direta e bem-humorada, em Beleza de Minas Gerais a dupla Gino & Geno exalta paisagens, cidades e características do estado. A música funciona quase como um inventário afetivo, celebrando Minas de forma leve.
Embora mais sutil, a obra de Toninho Horta carrega profundamente a identidade mineira. Aqui, Oh reflete a sofisticação harmônica e a sensibilidade que marcaram a música mineira dos anos 1970 e 1980, na era da consolidação da MPB produzida em Minas.
Um dos clássicos da música sertaneja brasileira, Chico Mineiro ajudou a popularizar a figura do mineiro no imaginário nacional. Mesmo sem ser um retrato literal do estado, a canção consolidou Minas como referência cultural dentro da música caipira.
No hit do Só Pra Contrariar, o termo Mineirinho aparece mais como identidade do que como localidade, celebrando características comumente associadas aos mineiros, como a fama de “come quieto”. Um verdadeiro clássico do samba e pagode mineiros.
Uai brinca com uma das expressões mais emblemáticas do vocabulário mineiro, reforçando o estereótipo afetivo de Minas como lugar de simplicidade, acolhimento e linguagem própria.
Pátria Minas é uma composição que trata o estado como lugar de origem, abrigo e identidade profunda. Marcus Viana dialoga com a ideia de Minas como pátria afetiva e lugar de pertencimento, memória e raiz cultural.
Gabeu traz uma leitura contemporânea e afetiva do estado, conectando a tradição mineira a uma estética moderna. Em Minas Gerais, o artista revisita símbolos culturais, sotaque e vínculo, reafirmando o orgulho de ser mineiro em uma linguagem atual.
Jequitinhonha retrata o Vale do Jequitinhonha, região conhecida pelos contrastes sociais, riqueza cultural e forte identidade artística. A música transforma o território em poesia, destacando a relação entre o povo, a terra e a resistência cultural.
Uai Uai utiliza o termo mais conhecido do vocabulário mineiro para brincar com estereótipos afetivos ligados a Minas Gerais, reforçando a imagem do mineiro desconfiado, observador e acolhedor. É um exemplo de como o sertanejo popularizou referências culturais mineiras.
Minas de Encanto é exaltação afetiva a Minas Gerais, construída a partir de imagens concretas do estado e um sentimento explícito de integração. Tavito trata Minas como território vivido, reconhecível, onde a cultura, a fé, a música e o jeito de ser se entrelaçam.
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