Rooms With No Doors
In the house where the clocks won't tick
Shadows hum a lullaby, cryptic
Paintings blink, but no one's home
A hallway curls into the unknown
Candles breathe without a flame
Names dissolve, but still remain
Rooms with no doors
We sleep on the floor
Dreams fall like ash
Time's a closing trap
Ceilings weep with rusted light
Mirrors whisper in the night
Something moves beneath the bed
But it only speaks in threads
Silhouettes behind the veil
Breathing static, paper pale
Rooms with no doors
We sleep on the floor
Dreams fall like ash
Time's a closing trap
No exit signs, no lullabies
Just echoes of forgotten skies
A voice that said: You've been here before
And locked the walls a little more
Rooms with no doors
We're part of the lore
Eyes made of glass
Forever will pass
Cômodos Sem Portas
Na casa onde os relógios não marcam
Sombras cantam uma canção de ninar, enigmática
Pinturas piscam, mas ninguém está em casa
Um corredor se curva para o desconhecido
Velas respiram sem chama
Nomes se dissolvem, mas ainda permanecem
Cômodos sem portas
Dormimos no chão
Sonhos caem como cinzas
O tempo é uma armadilha que se fecha
Tetos choram com luz enferrujada
Espelhos sussurram na noite
Algo se move debaixo da cama
Mas só fala em fios
Silhuetas atrás do véu
Respirando estática, papel pálido
Cômodos sem portas
Dormimos no chão
Sonhos caem como cinzas
O tempo é uma armadilha que se fecha
Sem placas de saída, sem canções de ninar
Apenas ecos de céus esquecidos
Uma voz que disse: Você já esteve aqui antes
E trancou as paredes um pouco mais
Cômodos sem portas
Fazemos parte da história
Olhos feitos de vidro
Para sempre vão passar
Composição: Amanda Andrade