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Ritual Ceifadores do Tapajós

Boi Flor do Campo

Letra

    Eu nasci
    Às margens do rio Tapajós
    Na sanguinária mundurukânia

    Eu cresci
    Como formiga de fogo
    Forte, valente e Destemida

    Munduruku

    A caçada começa
    Na espreita o bote
    Guerreiro valente
    Não teme a morte

    No rosto a pintura
    De urucum, Munduruku

    Feito onça pintada
    De presa afiada
    Na busca implacável
    Na mata à rugir

    Os mushaxanim
    Tocam a parasuy

    O cativo é capturado
    Pelo ventre é arrastado
    No rito sagrado
    Então será degolado

    O cativo é capturado
    Sangue mura será jorrado

    A aldeia enfeitada
    Regressão é celebrada
    O inimigo abatido
    Tem a cabeça cortada

    Lua cheia de sangue no céu
    A cabeça na lança é um troféu
    Dos filhos de Karú
    Sou ceifador, sou impiedoso

    Munduruku


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