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Sonhos de Mosquito

Bokor

Mosquito Dreams

What do you hear
In the nights
Nowadays
Humming along to the
Silent songs, they
Never told you it's over
No one

Calls you home
Knows your name
Remembers who
You were

Every truce must come to an end
Some of these days
Soon now
Wonder why
The radio sleeps endlessly
Crushing you over its
(Crushing you over its)
Formal silent weight
No one

Calls you home
Knows your name
Remembers who
You were

In midday the Mosquitoes come
In midday the Mosquitoes come
In midday they come

No man lives here
On this island
Beyond the Lizard Shore
Of an ocean never real
Slowly burning
Into ashes
Like inscense, windchimes
And machine gun nests

The fortresses of steel
Sunken and gone
Far beyond horizons
Unreachable
Where the typhoons sleep
Eastwards
And the endless surf
Beckons you
For this beachhead
White coral sand
We melt and rot
Erase ourselves
Spirit warriors
Ghosts in the green
Armour and soul
Never weakening
Never weakening

Lord, you emperor of souls
Of the masses in the vaning land
For this empire of Mosquito hills
You conquerer of grass and mud
I beg obedience to the rising sun
I beg obedience to the rising sun
In this world that the jungle reclaims

Warriors put to sleep
Dreaming mosquito dreams
This blade sharpened now

In the name of all conquests failed
In the name of all conquests failed

Sonhos de Mosquito

O que você ouve
Nas noites
Hoje em dia
Zumbindo junto com as
Canções silenciosas, elas
Nunca te disseram que acabou
Ninguém

Te chama pra casa
Sabe seu nome
Lembra quem
Você foi

Toda trégua deve ter um fim
Algum dia desses
Logo agora
Pergunto por que
O rádio dorme sem parar
Te esmagando sob seu
(Te esmagando sob seu)
Peso formal e silencioso
Ninguém

Te chama pra casa
Sabe seu nome
Lembra quem
Você foi

Ao meio-dia os Mosquitos vêm
Ao meio-dia os Mosquitos vêm
Ao meio-dia eles vêm

Nenhum homem vive aqui
Nesta ilha
Além da Costa dos Lagartos
De um oceano que nunca foi real
Queimando lentamente
Em cinzas
Como incenso, sinos de vento
E ninhos de metralhadora

As fortalezas de aço
Afundadas e perdidas
Muito além dos horizontes
Inalcançáveis
Onde os tufões dormem
Para o leste
E as ondas sem fim
Te chamam
Para esta cabeça de praia
Areia de coral branco
Nós derretemos e apodrecemos
Apagamos a nós mesmos
Guerreiros espirituais
Fantasmas no verde
Armadura e alma
Nunca enfraquecendo
Nunca enfraquecendo

Senhor, você, imperador das almas
Das massas na terra em declínio
Por este império das colinas de Mosquito
Você, conquistador da grama e da lama
Eu imploro obediência ao sol nascente
Eu imploro obediência ao sol nascente
Neste mundo que a selva reclama

Guerreiros colocados para dormir
Sonhando sonhos de mosquito
Esta lâmina agora afiada

Em nome de todas as conquistas falhadas
Em nome de todas as conquistas falhadas