The Island Of St. Menée (Beach Of The Living Dead)
The fare is one dollar a ritual
The fare is one dollar a ritual
paid in advance
paid in advance
from the tall ships of old Europe, to the cruisers of today
they've always come, like sheep on display
wild dreams in the pitch black nights, the fever in the blood
makes you remember the feel of the red African soil
forgive me for walking alone,
forgive me for walking alone,
out in the bush,l in the outskirts of the city
among the slum shacks where the bright love reigns
On through the verdure
I am
my own shadow, alone in the crowd
down on the shore
empty hotels above the sand, like tombstones
love is in the chicken blood spilled on earthen floors
in the heaving breasts of Our Lady of the Dead dancing
forgive me for walking alone
On through the verdure
I am
my own shadow, alone in the crowd
down on the shore
Lost in the undergrowth
I am
in the darkness now, one in the crowd
down on the shore
rejoicing
(I am love withering)
Dark shapes move in the shantytown
(I am grace in death)
like fish in the deep gloom of the ocean
(I am the wings of the dove)
The drummer boy and his army moves
(I am riddles and joy)
adrift in the night along the shoreline
embers and clay
ashes burnt gray
keep your mouth shut
enter the hut
touvhing her skin
bright love begins
nothing is sin
the snake lives within
home
The fare is one body a ritual
The fare is one body a ritual
paid in advance
paid in advance
A Ilha de St. Menée (Praia dos Mortos-Vivos)
A tarifa é um dólar por ritual
A tarifa é um dólar por ritual
pago adiantado
pago adiantado
do alto dos navios da velha Europa, aos cruzeiros de hoje
eles sempre vieram, como ovelhas em exibição
sonhos selvagens nas noites escuras, a febre no sangue
te faz lembrar a sensação do solo vermelho africano
perdoe-me por andar sozinho,
perdoe-me por andar sozinho,
no mato, nos arredores da cidade
entre as barracas de favela onde o amor brilha
Seguindo pela vegetação
Eu sou
minha própria sombra, sozinho na multidão
down na praia
hotéis vazios acima da areia, como lápides
o amor está no sangue de galinha derramado nos pisos de terra
nos seios agitados de Nossa Senhora dos Mortos dançando
perdoe-me por andar sozinho
Seguindo pela vegetação
Eu sou
minha própria sombra, sozinho na multidão
down na praia
Perdido na vegetação
Eu sou
na escuridão agora, um na multidão
down na praia
rejoice
(Eu sou o amor murchando)
Formas escuras se movem na favela
(Eu sou a graça na morte)
como peixes na profunda escuridão do oceano
(Eu sou as asas da pomba)
O menino do tambor e seu exército se movem
(Eu sou enigmas e alegria)
à deriva na noite ao longo da costa
brasas e barro
cinzas queimadas de cinza
mantenha a boca fechada
entre na cabana
tocando sua pele
o amor brilhante começa
nada é pecado
a cobra vive dentro
casa
A tarifa é um corpo por ritual
A tarifa é um corpo por ritual
pago adiantado
pago adiantado