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Festa Siberiana

Miguel Bosé

Fiesta Siberiana

Fiesta Siberiana
Oxido y vapor de ferrovia
Orden de Moscú sin poesía
Marcharía... marcharía...

Toca balalaika
Canto de una troika
Perfil de un oficial... ella lo amo
La guerra por la paz nunca acabo
No volvió... no volvió...

Ojos lejanos como primaveras nórdicas
Viento afilado que destierra nuestras animas
Guarda en tu vientre hasta que vuelva un sueño tácito
Que en mi memoria no se eleve un muro trágico
Baila muchacho al ritmo de una danza tártara
Gira en la rosa de tu sable y de tu túnica
Rompe el silencio melancólico de nómades
Gélida estepa para un éxodo de débiles...

Fiesta que la luna... se hace Madrileña
Celos de uniforme brindare
Dile que a su esposa cantare... cantare... cantare
( son recuerdos de una noche...
tu mirada que me ata... ay!...
son recuerdos de una noche...
tu veneno que me mata... ay! )
Vodka para amar a quien se va
Profunda la foresta duerme ya...
Duerme ya... duerme ya...
Sangre de Volga
Vena de un paisaje hipnótico
Taiga infinita con carisma aristocrático
De petroburgo a leningrado un sol muy pálido
Siempre en el vado entre un Zar y un sueño anárquico
Baila...

(Coro)

Fiesta

Festa Siberiana

Festa Siberiana
Óxido e vapor de ferrovia
Ordem de Moscou sem poesia
Marcharia... marcharia...

Toca balalaika
Canto de uma troika
Perfil de um oficial... ela o amou
A guerra pela paz nunca acabou
Não voltou... não voltou...

Olhos distantes como primaveras nórdicas
Vento cortante que desterra nossas almas
Guarda em seu ventre até que volte um sonho tácito
Que na minha memória não se erga um muro trágico
Dança, garoto, ao ritmo de uma dança tártara
Gira na rosa do seu sabre e da sua túnica
Rompe o silêncio melancólico dos nômades
Estepa gélida para um êxodo de fracos...

Festa que a lua... se torna Madrilenha
Ciúmes de uniforme brindarei
Diga que à sua esposa cantarei... cantarei... cantarei
( são lembranças de uma noite...
sua mirada que me prende... ai!...
são lembranças de uma noite...
sua veneno que me mata... ai! )
Vodka para amar quem se vai
Profunda a floresta já dorme...
dorme já... dorme já...
Sangue do Volga
Veia de uma paisagem hipnótica
Taiga infinita com carisma aristocrático
De Petrogrado a Leningrado um sol muito pálido
Sempre no vado entre um czar e um sonho anárquico
Dança...

(Refrão)

Festa

Composição: