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Origens

Branquinha

Raízes crescem onde ninguém vê
Entre ruínas do que eu tentei esconder
Meu nome ecoa em vozes distorcidas
Sou cicatriz das promessas rompidas

Vestiram mentiras de pele e seda
Me empurraram pro fundo sem moeda
Mas o fundo é onde o grito fermenta
E o caos aprende a usar a ferramenta

Eu vim do que queimaram
Das cinzas que negaram
Não peço espaço, eu tomo
Se o mundo é jogo, eu mudo o dono

Minhas origens sangram em silêncio
Mas cada gota virou alicerce
Quem me fez fantasma, agora teme
A sombra que escreve o que merece

Apontaram dedos com mãos sujas
Fingiram céu em tardes escuras
Mas toda sentença tem um preço
E eu aprendi com cada tropeço

Não busco glória, busco justiça
Mesmo que ela venha fria e submissa
Quem cava o fim com riso nos olhos
Esquece que ecos voltam aos donos

Eu vim do que queimaram
Das cinzas que negaram
Não peço espaço, eu tomo
Se o mundo é jogo, eu mudo o dono

Minhas origens sangram em silêncio
Mas cada gota virou alicerce
Quem me fez fantasma, agora teme
A sombra que escreve o que merece

Não me peça perdão, não me peça memória
Já rasguei sua parte da história
O que fui morreu no chão que negou
O que sou nasceu
Quando tudo acabou


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