
Vento da Profecia
Branquinha
O vento chegou primeiro, passando pela a floresta
Trazendo pedaços quebrados de algo que ninguém confessa
Folhas dançam em círculos, como um aviso ao chegar
E cada passo que dou, ele começa a me contar
Ele chama pelo nome que ninguém ousou dizer
Traz pedaços do futuro que eu tento entender
Vem, vento da profecia
Fala em voz antiga o que o tempo escondeu
Sopra as verdades partidas
Mostra o destino que nunca foi meu
Tua corrente carrega segredos
Tua fúria revela o que há de chegar
Vento da profecia
Te escuto e não posso voltar
A porta reclama ao toque, como se fosse avisar
As chamas tremem no templo, recusando descansar
Ele gira entre os telhados, canta runas sem razão
E abre portas trancadas no fundo da escuridão
Cada rajada revela a face do que vem
O anúncio que pesa mais do que qualquer amém
Vem, vento da profecia
Fala em voz antiga o que o tempo escondeu
Sopra as verdades partidas
Mostra o destino que nunca foi meu
Tua corrente carrega segredos
Tua fúria revela o que há de chegar
Vento da profecia
Te escuto e não posso voltar
Vem, vento da profecia
Toma meu corpo e me deixa ouvir
Se o mundo se cala ao teu aviso
Não cabe a mim tentar fugir
O oráculo sopra meu nome
Me prende ao que devo enfrentar
Vento da profecia
Chegou a hora de anunciar



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