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Hipérbole

Bravo e Meio

Letra

    Como fui cego, eu caí como ninguém
    No pesadelo hiperbólico de quem
    Transpira engano e precisa convencer a si mesmo

    O silêncio em seus ouvidos arde como ferro em brasa
    Que sempre extingue com o som da sua própria voz
    Até que um dia o sincericídio aconteceu

    Você é realmente pequeno
    Já era na festa em que
    Me disse, em prantos
    E eu só não sabia o por que
    Eu acho que faltou coragem

    Você é realmente pequeno
    Na primeira pessoa do plural
    Me disse, em prantos
    Mas não me mostrou o punhal
    Eu já sangrava e não via

    Como fui cego, eu acreditei em quem
    Abafa insegurança com hipérbole
    E eu introverso deixei baixa a guarda

    Em retrospecto eu tinha todos os sinais
    Pra matar a charada antes de me deixar
    Levar por um carisma feito de plástico

    Você é realmente pequeno
    Mentindo na acareação
    Eu já não tenho tempo ou ânimo pra te dar sermão
    Caronte ganha duas moedas

    Eu conheço hoje seu discurso
    De cor e até de salteado
    O portão pode ser de ferro mas
    É de madeira o cadeado
    Que a terra lhe seja pesada

    Composição: Bravo e meio / Guilherme Teló / Manoel Pedro Miranda / Rodrigo Teles Neves / Daniel Achucarro. Essa informação está errada? Nos avise.

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