Tradução gerada automaticamente
Para Petita
Briela Ojeda
Para Petita
Navegantes al bajón
No se quieren naufragar
Es de muy humilde humillación
Quien muere al querer salvar
Que las olas sean carbón
Que ardan gotas en la piel
Se consumen por gritar
Lo que se queda en el mar
Y ante las altas corrientes, matar insolentes da Gracia y Fortuna
Cuando las Almas no mienten, luchar la corriente da muerte segura
Navegantes al timón
La Tormenta va a empezar
Lanza rayos cuando se enteró
Que al Cielo van a asaltar
Y de estrellas pretenden valerse
Sonsacan la muerte fingiendo bravura
Si lo que quieren es suerte
Mejor es cantar seduciendo a la Luna
Brindo un Ron por mi suerte
Que me escuche la lluvia
Que la muerte ignominia jamás de mi cuero se cubra
Siempre recuerdo la niña petita que fui alguna vez
Desarma bombas y quiebra balines
Salvaje con fluidez
Atrapa ladrones y doma Dragones
El baño mi trono será
Inmune al veneno
Mi escudo es mi Sombra
Y mi espada no es irreal
Enamorado de la soledad
Me enamora mi suerte fugaz
Me parto, me ortigo, me caigo y sonrío
Y no pido que pare jamás
Me dan tres deseos
Deseo que sean nueve y nuevamente pido diez más
Disculpe vecino mi pelota es torpe y a su patio quiso llegar
No entiendo arrepentimiento
Busco siempre el momento para salir a jugar
Me tientas curiosidad
La excusa para un violento ataque de sinceridad
La sinceridad, la Fragilidad, cuidado que es mal visto entre mi sociedad
Aprende a marchar, a sincronizar
Te vuelves un número para estandarizar
No te dejes contagiar
Ni de cerca
Ni de chiste ni de sal
Desajunta la grotesca vanidad
Mis costras se vuelven insignias para que aprenda a caer bien
Sé puro como cual Conjuro de quien no le teme a perder
Y el conjuro sigue en pié
Enamorado de la sociedad
Me enamora su instinto animal
SOBRE ESTA PISTA
Let's talk about childhood
Hablemos de la infancia, sizas
Para Petita
Navegantes no declínio
Não querem naufragar
É de uma humilde humilhação
Quem morre ao tentar salvar
Que as ondas sejam carvão
Queimem gotas na pele
Se consomem ao gritar
O que fica no mar
E diante das altas correntes, matar insolentes dá Graça e Fortuna
Quando as Almas não mentem, lutar contra a corrente dá morte certa
Navegantes ao leme
A Tempestade vai começar
Lança raios quando soube
Que ao Céu vão assaltar
E das estrelas pretendem se valer
Enganam a morte fingindo bravura
Se o que querem é sorte
É melhor cantar seduzindo a Lua
Brindo um Rum pela minha sorte
Que a chuva me ouça
Que a morte ignomínia jamais cubra minha pele
Sempre lembro da menina pequena que fui um dia
Desarma bombas e quebra balas
Selvagem com fluidez
Pega ladrões e doma Dragões
O banho será meu trono
Imune ao veneno
Meu escudo é minha Sombra
E minha espada não é irreal
Apaixonado pela solidão
Minha sorte fugaz me apaixona
Me parto, me espinho, caio e sorrio
E não peço para parar jamais
Me dão três desejos
Desejo que sejam nove e peço mais dez
Desculpe vizinho, minha bola é desajeitada e quis chegar ao seu quintal
Não entendo arrependimento
Busco sempre o momento para sair e brincar
Me tenta a curiosidade
A desculpa para um ataque violento de sinceridade
A sinceridade, a Fragilidade, cuidado, é mal visto em minha sociedade
Aprende a marchar, a sincronizar
Você se torna um número para padronizar
Não se deixe contagiar
Nem de perto
Nem de brincadeira nem de sal
Desmonte a grotesca vaidade
Minhas crostas se tornam insígnias para que aprenda a cair bem
Seja puro como um Feitiço de quem não teme perder
E o feitiço continua de pé
Apaixonado pela sociedade
Me encanta seu instinto animal
SOBRE ESTA PISTA
Vamos falar sobre a infância



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