F-14
I'll never, never let the love again, I
I can't wait to see you, I cannot
I'll never, never let the love again, I
I'm drowning in the sea, trying to go back
No es 14 de febrero, es un 14 febril
Con la pólvora mojada y un recuerdo en el fusil
Me he buscado en todas partes y juro que no me vi
¿Para qué vas a quedarte si hasta yo me fui de mí?
Toqué el vacío por ser tu salto de fe
Ni congelado de frío pude llamarte Everest
Eh, ya no me fio, ¿Cuántos trozos de mí ves?
Yo cuento seis porque aún te pienso cada dos por tres
Me caí de boca tantas veces
Que no sé si el amor duele o si el desamor escuece
Tampoco nada es lo que parece
Es 14 de febrero y sigue siendo martes 13
Ya me he bebido los instantes que te di
Ahora bebo pa' olvidar que viví pensando en ti
Tengo un millón de preguntas y ninguna respondí
Tengo un millón de respuestas y ninguna es para-
Para vivir como un gato, he de morir como un perro
Pa' reír en compañía, he de llorar soledad
Hay que tener mucho brillo para ver mi cielo negro
Y hay que tener pocas luces para amar mi oscuridad
Si los errores se pagan, vengo a pedirte dinero
Si rectificar es sabio, qué erudita ingenuidad
Siempre me parto en pedazos pa' escribir un verso entero
Siempre me llena un te quiero que me parte a la mitad
I'll never, never let the love again, I
I can't wait to see you, I cannot
I'll never, never let the love again, I
I'm drowning in the sea, trying to go back
No soy un quiero y no puedo
Soy un puedo y quiero huir
Tanto no supe callar que ahora no sé qué decir
Tanto quise no fallar, que ahora me quiero rendir
Y lo mismo con amar, ¿entiendes el símil? (Sí)
Qué ironía tan curiosa
Me siento más bicho raro sin sentir tus mariposas
Ya no hay bombones ni rosas
Sólo flores para amores que mueren por cualquier cosa
Si todo llega, ¿dónde están tus emociones?
El amor ciega pero no vende cupones
Si estoy on fire convierto penas en millones
El satisfyer no te sabe hacer canciones
Deje de verte para no verme invisible
Rompí tu foto pa' no ser fotosensible
El amor nos hace esclavos, pero amar nos hace libres
Pero si no ves las rejas ver el cielo es imposible
Vi que no sabías subir y yo supe ser el viento
Vi que no sabías bajar y yo supe ser calzada
Vi que no sabías mentir y yo supe ser invento
Vi que no sabías jurar y yo supe ser palabra
Vi que no sabías seguir y yo supe ser intento
Vi que no sabías parar y yo supe ser frenada
Vi que no sabías de ti y yo supe ser el tiempo
Vi que no sabías amar y ya no supe ser nada
I'll never, never let the love again, I
I can't wait to see you, I cannot
I'll never, never let the love again, I
I'm drowning in the sea, trying to go back
I'll never, never let the love again, I
I can't wait to see you, I cannot
I'll never, never let the love again, I
I'm drowning in the sea, trying to go back
F-14
Nunca, nunca mais deixarei o amor, eu
Não posso esperar para te ver, eu não consigo
Nunca, nunca mais deixarei o amor, eu
Estou me afogando no mar, tentando voltar
Não é 14 de fevereiro, é um 14 febril
Com a pólvora molhada e uma lembrança na arma
Procurei por mim em todos os lugares e juro que não me encontrei
Por que você vai ficar se até eu me afastei de mim?
Toquei o vazio por ser o seu salto de fé
Nem congelado de frio pude te chamar de Everest
Eh, já não confio, quantos pedaços de mim você vê?
Eu conto seis porque ainda penso em você a todo momento
Caí de boca tantas vezes
Que não sei se o amor dói ou se o desamor arde
Nada também é o que parece
É 14 de fevereiro e ainda é terça-feira 13
Já bebi os momentos que te dei
Agora bebo para esquecer que vivi pensando em você
Tenho um milhão de perguntas e não respondi nenhuma
Tenho um milhão de respostas e nenhuma é para-
Para viver como um gato, devo morrer como um cachorro
Para rir em companhia, devo chorar solidão
É preciso ter muito brilho para ver meu céu negro
E é preciso ter pouca luz para amar minha escuridão
Se os erros são pagos, venho pedir dinheiro a você
Se retificar é sábio, que erudita ingenuidade
Sempre me parto em pedaços para escrever um verso inteiro
Sempre me enche um eu te amo que me parte ao meio
Nunca, nunca mais deixarei o amor, eu
Não posso esperar para te ver, eu não consigo
Nunca, nunca mais deixarei o amor, eu
Estou me afogando no mar, tentando voltar
Não sou um quero e não posso
Sou um posso e quero fugir
Tanto não soube calar que agora não sei o que dizer
Tanto quis não falhar, que agora quero desistir
E o mesmo com amar, você entende a semelhança? (Sim)
Que ironia tão curiosa
Me sinto mais estranho sem sentir suas borboletas
Não há mais bombons nem rosas
Apenas flores para amores que morrem por qualquer coisa
Se tudo chega, onde estão suas emoções?
O amor cega, mas não vende cupons
Se estou em chamas, transformo tristezas em milhões
O satisfyer não sabe fazer canções
Deixei de te ver para não me ver invisível
Quebrei sua foto para não ser fotosensível
O amor nos faz escravos, mas amar nos faz livres
Mas se você não vê as grades, ver o céu é impossível
Vi que você não sabia subir e eu soube ser o vento
Vi que você não sabia descer e eu soube ser calçada
Vi que você não sabia mentir e eu soube ser invenção
Vi que você não sabia jurar e eu soube ser palavra
Vi que você não sabia seguir e eu soube ser tentativa
Vi que você não sabia parar e eu soube ser freio
Vi que você não sabia de si e eu soube ser o tempo
Vi que você não sabia amar e eu não soube ser nada
Nunca, nunca mais deixarei o amor, eu
Não posso esperar para te ver, eu não consigo
Nunca, nunca mais deixarei o amor, eu
Estou me afogando no mar, tentando voltar
Nunca, nunca mais deixarei o amor, eu
Não posso esperar para te ver, eu não consigo
Nunca, nunca mais deixarei o amor, eu
Estou me afogando no mar, tentando voltar
Composição: Brock Ansiolitiko