
O Inverno da Roseira
Bruma das Cicatrizes
Eu sou o erro no sistema
O código que não tem perdão
Eu sou o ruído, sou a frequência
Eu sou o erro
O que você sente?
A frequência
O que você ouve?
Sinal de falha!
Vejo o escarlate e avanço, avanço
Seu perfume é a chave, chave, chave do meu segredo
A rosa é a promessa, espi-espinho é a jura
A flor, a flor me enlaça, e a ponta me, me agarra
O corpo, o corpo se curva à vontade que amarra
Eu sou o jardim que você pode ceifar
Pre-preso! Pre-preso! Na tua seiva, seiva, seiva!
Gri-grito! Gri-grito! Na con-contenção, tenção!
O gra-grave me corta! Corta, corta, corta! Sem saída!
Tua espiral, ral, ral é a canção!
Não há mais, mais fuga, fuga do abraço fatal
A beleza é a cela, cela, a dor é o guardião
Pra sempre, pra sempre atado ao fio desta, desta obs-sessão



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