Sonno e Verena
Tramontana, sferza I monti
Tetra bruma, si intravvede
E là, in nero, un vecchio, si trascina al vento
E là, di luce, la dama, lacrima in silenzio
Egli sul ramo indica
La via
Sol che sorgerà mi accolga
Fra I miei, porgo il tempo, lo spirto
Sol che sorge fra le notti nel portale tra le querce
Fronte ai padri ed al tempo entro fiero ove sorge il sol
Sòl che sorge ancor, fra I lumi del portal
Entro lo splendor, lo spirto accoglierà
Oltre il tramonto scorgo
Morte e libertà
Sòl che sorge ancor, fra I lumi del portal
Entro lo splendor, lo spirto accoglierà
Alla vista dei miei padri
In morte rivivrò
Sono e Verena
Tramontana, chicoteia as montanhas
Tetra bruma, pode ser vislumbrado
E lá, de preto, um homem velho, ele se arrasta ao vento
E aí, de luz, a dama, rasga em silêncio
Ele no ramo indica
O caminho
Sol vai subir para me receber
Entre os meus, eu ofereço tempo, o espírito
Sol subindo entre as noites no portal entre os carvalhos
Na frente dos pais e na hora eu tenho orgulho do sol
Sola que sobe ainda, entre as luzes do portal
Dentro do esplendor, o espírito será bem-vindo
Além do pôr do sol eu vejo
Morte e liberdade
Sola que sobe ainda, entre as luzes do portal
Dentro do esplendor, o espírito será bem-vindo
À vista dos meus pais
Na morte eu vou viver novamente