
Liquidez
Bruno Clareto
Ninguém sabe
Ninguém sabe
Ninguém sabe
Aonde a gente tá
Pra onde a gente vai
Quando o fim de anunciar
Ninguém sabe
Ninguém sabe
Ninguém sabe
O poder do pensamento
Da real força que tem por dentro
Persistir, realizar
E eu aqui tentando encontrar
De novo o meu lugar
Desvio do azar
E flerto com a solidão
Planos e mais planos
Podem nos entorpecer
E nos acomodar
No real banal que há
Mas a vida pede mais
Já que o tempo vive nessa liquidez
Eu quero me molhar
Deixo a chuva chegar
O rio corre pro mar
Chuva, vem, me leva
Me ensina a navegar
Já sei onde eu quero estar
Nessa imensidão
Ninguém sabe
Ninguém sabe
Ninguém sabe
Os segredos da escuridão
Da ciência que traz a razão
Nessa ânsia de explicar
Ninguém sabe
Ninguém sabe
Ninguém sabe
De onde vem todo esse tempo
Da cadência que traz o momento
Intuir, conectar
E eu aqui tentando encontrar
De novo o meu lugar
Desvio do azar
E tropeço em outra ilusão
Anos e mais anos
Podem nos envelhecer
E nos acovardar
Pro ideal real que há
Já que a vida pede mais
Já que o tempo vive nessa liquidez
Eu quero me molhar
Deixo a chuva chegar
O rio corre pro mar
Chuva, vem, me leva
Me ensina a navegar
Já sei onde eu quero estar
Nessa imensidão
Ninguém sabe
Ninguém sabe
Ninguém sabe



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