
Ouro Negro
Bruno Clareto
Por todas as coisas
Que as palavras não podem contar
Tão natural o rito
Costumeira toda expressão
De me tirar o riso
Justificada como diversão
Mas o viés é claro
Tão claro como a palma da tua mão
Quero ver meu povo sorrir
Quero ver deixar as marcas no passado
Sem herança e construir
Quero ver meu povo sorrir
Pois tamanha é a beleza
Nossa raça, realeza de existir
Por todas as coisas
Que as palavras não podem contar
Tão desleal o medo
Ver no espelho a dor de um ancestral
Roubar a autoestima
De quem roubou mais, muito mais de nós
Pra devolver ao povo
A força, a luz, a cor da nossa cor
Quero ver meu povo sorrir
Quero ver deixar as marcas no passado
Sem herança e construir
Quero ver meu povo sorrir
Pois tamanha é a beleza
Nossa raça, realeza de existir



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