
Amanhã
Bruno Desote
Mais uma noite
Bebendo além da conta
Cedo ou tarde
Tem alguém que sempre apronta
Assim eu vou
Como se fosse a última vez
Até onde vai
O limite da lucidez
Ninguém sabe o que será
Ninguém sabe o dia de amanhã
Ninguém sabe o que será
Ninguém sabe o dia de amanhã
O vento que sopra as cinzas
Também seca o meu suor
A chama que acende a vela
Incendeia tudo ao meu redor
Ontem não era assim
O presente é muito veloz
Mundo que muda e faz pensar
O que será de nós?
Ninguém sabe o que será
Ninguém sabe o dia de amanhã
Ninguém sabe o que será
Ninguém sabe o dia de amanhã
Ninguém sabe o que será
Ninguém sabe o dia de amanhã
Ninguém sabe o que será
Ninguém sabe o dia de amanhã
Ninguém sabe o que será
Ninguém sabe o dia de amanhã
Ninguém sabe o que será
Ninguém sabe o dia de amanhã
Ninguém sabe o que será
Ninguém sabe o dia de amanhã
Ninguém sabe o que será
Ninguém sabe o dia de amanhã



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