Rat's Ass/Customs
Standin' on the side of the road with a long shadow and suitcases,
going nowhere, and I don't care, I'm a grown man.
Hold my own hand, kickin' my own ass for cryin',
I'm dyin' on the inside, they don't know who I am.
Filthy, fraught, and haunted by a guilty conscience,
runnin' away, and all because of silly nonsense.
Gone since - God knows when,
and I aint comin' back knowin' that, no one gives a rat's ass anyway.
I just wanna find a place where I can sit in a rocking chair,
no matter how far, even if it means walking there.
Maybe I'll get me a dog for some company,
it's better than tryin' to figure out somebody.
Give me a good book, a radio, and a sewing machine,
a place in the woods by the ocean and no inbetween.
I gotta get rid of these dark circles and headaches,
Maybe if I meditate, rather than medicate.
I can no longer hesitate, I get so frantic,
but what if my wishes are overly romantic.
Though, the suns too low in the sky for second guesses I reken
and I'm used to taking chances.
Breakin' a few branches, and gettin' lucky now and then,
findin' some trouble, was just a matter of how and when.
And now I take notes, and make boats from Burch bark
but stress still shows in my face like a birthmark.
As soon as I get where I'm going I'm going to wash my hands thoroughly
and start getting out of bed earlier.
it's curious the way I've tried vicariously,
to fly so low to the ground and so carelessly.
How embarassing, I can't wait to call it quits,
knowing that more and more tiring is all it gets.
I've applied various and unique strategies,
Read a few Greek tragedies and fasted for two weeks.
Been rollin' around
in the hole in the ground
no surprise both my eyes
are swollen shut, I'm stranded with no supplies.
I need a lift...
What have I done?
Cagando e Andando/Costumes
Parado na beira da estrada com uma sombra longa e malas,
indo a lugar nenhum, e não tô nem aí, sou um homem feito.
Segurando minha própria mão, me dando chacoalhada por chorar,
estou morrendo por dentro, eles não sabem quem eu sou.
Sujo, angustiado, assombrado por uma consciência pesada,
fugindo, e tudo por causa de besteira.
Sumido desde - Deus sabe quando,
e não vou voltar sabendo que, ninguém tá nem aí pra isso.
Só quero encontrar um lugar onde eu possa sentar numa cadeira de balanço,
não importa quão longe, mesmo que eu tenha que ir a pé.
Talvez eu pegue um cachorro pra fazer companhia,
é melhor do que tentar entender alguém.
Me dá um bom livro, um rádio e uma máquina de costura,
um lugar na floresta perto do mar e nada no meio.
Preciso me livrar dessas olheiras e dores de cabeça,
talvez se eu meditar, em vez de me medicar.
Não posso mais hesitar, fico tão agoniado,
mas e se meus desejos forem românticos demais?
Embora, o sol esteja baixo no céu pra ficar em dúvida, eu acho
e já estou acostumado a arriscar.
Quebrando alguns galhos e tendo sorte de vez em quando,
encontrando problemas, era só uma questão de como e quando.
E agora eu anoto, e faço barcos de casca de bétula
mas o estresse ainda aparece no meu rosto como uma marca de nascença.
Assim que eu chegar onde quero, vou lavar bem as mãos
e começar a levantar da cama mais cedo.
É curioso como eu tentei de forma vicária,
voar tão baixo e tão descuidadamente.
Que vergonha, não vejo a hora de jogar tudo pro alto,
sabendo que cada vez mais cansativo é tudo isso.
Apliquei várias e únicas estratégias,
li algumas tragédias gregas e fiz jejum por duas semanas.
Fiquei rolando
no buraco no chão
sem surpresa, meus olhos
estão inchados e fechados, estou preso sem suprimentos.
Preciso de uma carona...
O que eu fiz?