Tradução gerada automaticamente

Jolka, Jolka Pamiêtasz
Budka Suflera
Jolka, Jolka, Você Lembra?
Jolka, Jolka Pamiêtasz
Jolka, Jolka,Jolka, Jolka,
Você lembra do verão dos sonhos,Pamiêtasz lato ze snu,
Quando você escreveu: 'tô tão mal',Gdy pisa³aœ: `tak mi zle`,
Dá um jeito de vir logo,Urwij sie choæby zaraz,
Faz algo comigo,Coæ ze mn¹ zrób,
Não me deixe aqui sozinho, ah não.Nie zostawiaj tu samego, o nie`.
Ainda pensando na gasolina,¯ebrz¹c wci¹¿ o benzynê,
Acelerei a noite,Gna³em przez noc,
O motor rugia com o resto da força,Silnik rzezi³ ostatkiem si³,
Pra estar de novo em você,Aby byæ znowu w Tobie,
Rindo e xingando,Œmiac siê i kl¹æ,
Tudo era tão simples naquela época.Wszystko by³o tak proste w te dni.
A criança dormia do outro lado da parede,Dziecko spa³o za œcian¹,
Atenta como um pássaro,Czujne jak ptak,
Que Deus endireite seus sonhos!Niechaj Bóg wyprostuje mu sny!
Eu disse que nunca, que nunca assimPowiedzia³em, ¿e nigdy, ¿e nigdy a¿ tak
Eram doces como o sangue das suas lágrimas.S³odkie by³y, jak krew Twoje ³zy
Eu emigrei dos seus braços de manhã,Emigrowa³em z objêc Twych nad ranem,
O dia me expulsava, à noite eu voltava,Dzieñ mnie wygania³, noc¹ znów wraca³em,
Nos foi dado um eclipse de sol,Dane nam by³o, s³oñca zaæmienie,
O próximo pode ser, talvez em cem anos.Nastêpne bêdzie, mo¿e za sto lat.
Na praia andavam freiras, e o sol lá embaixo,Pla¿¹ sz³y zakonnice, a s³oñce w dó³,
Continuava caindo, não conseguia dormir,Wci¹¿ spada³o nie mog³o spaœæ,
Um homem no mundo por um peso, guardava um peso,M¹¿ tam w œwiecie za funtem, odk³ada³ funt,
Pra uma linda Toyota, que medo.Na Toyotê przepiekn¹, az strach.
Seu homem adorava a ordem e o copo cheio,M¹¿ Twój wielbi³ porz¹dek i pe³ne szk³o,
Teve uma noiva um dia, como um sonho,Narzeczon¹ mia³ kiedyœ, jak sen,
Com um ônibus de árabes ele foi traído,Z autobusem Arabów zdradzi³a go,
Nunca mais foi ele mesmo, ah não.Nigdy nie by³ ju¿ sob¹, o nie
Eu emigrei dos seus braços de manhã,Emigrowa³em z objêæ Twych nad ranem,
O dia me expulsava, à noite eu voltava,Dzieñ mnie wygania³, noca znów wraca³em,
Nos foi dado um eclipse de sol,Dane nam by³o, s³onca zaæmienie,
O próximo pode ser, talvez em cem anos.Nastêpne bêdzie, mo¿e za sto lat.
Na grande fazenda da vida e raramente assim,W wielkiej ¿yliœmy farmie i rzadko tak,
Nos arrastamos para a terra seca,Wype³zaliœmy na suchy l¹d,
A bruxa da cachaça dançava em nós,Czarodziejka gorza³ka tañczy³a w nas,
A meta estava a dois passos daqui.Meta by³a o dwa kroki st¹d.
Não sei ainda por que começou assim,Nie wiem ci¹gle dlaczego zaczê³o siê tak,
Por que apagou, ninguém sabe também,Czemu zgas³o te¿ nie wie nikt,
Ainda há diferentes ao meu redor, não vou acordar sozinho,Sa wci¹¿ ró¿ne ko³o mnie, nie budzê siê sam,
Mas nada é simples nesses dias.Ale nic nie jest proste w te dni.



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