Sigo Cayendo
Lagrimas en par
Y tras ellas tu
Cargando un lamento como una cruz
Pasas el umbral, directo a mis brazos
Como puertas cerrándose a antiguos pasos.
Y como barcos ya zarpan de mí
Los rechazos que de memoria aprendí.
Sin remedio ya se
Donde voy a parar,
Que no tengo ante ti otra oportunidad.
Sigo cayendo,
Sigo cayendo,
Tu amor como una bomba de tiempo
Que la mecha se enciende en tus ojos
Va directo a estallarme por dentro
Sigo cayendo,
Sigo cayendo,
De seda veo el pavimento.
Lo se y no me da igual,
Derribas mi altivez
Como estatua de sal
Cuando empezó a llover.
Naufrago con lápiz, con botella y sin papel.
Y me ofendes de "incondicional"
y me arañas con un beso.
Para ti soy esto y nada más
Solo una amistad…con sexo.
Y te duermes tranquila, después de beber
Mi atención y mi guarda, mezclados con té,
Sueño adentro te vas
Donde eres la mujer,
Que ni sabes que estas,
Solo yo puedo ver:
Sigo cayendo,
Sigo cayendo,
Tu amor como una bomba de tiempo
Que la mecha se enciende en tus ojos
Va directo a estallarme por dentro
Sigo cayendo,
Sigo cayendo,
De seda veo el pavimento
Digo mal
De seda no…
Sino una nube de gigantes sentimientos.
Quizás cuando despiertes ya estaré lejos
Lo digo a mi mismo, para mis silencios
Acaso como río…por si sientes sed,
Por si sientes sed.
Sigo cayendo,
Sigo cayendo,
Tu amor como una bomba de tiempo
Que la mecha se enciende en tus ojos
Va directo a estallarme por dentro
Sigo cayendo,
Sigo cayendo,
De seda veo el pavimento
Lo se y no me da igual,
Derribas mi altivez
Como estatua de sal
Cuando empezó a llover.
Naufrago con lápiz, con botella y sin papel.
Ingenuo,
Creyendo que jamás
Volveré a caer.
Continuo Caindo
Lágrimas em par
E atrás delas você
Carregando um lamento como uma cruz
Passa o limiar, direto para meus braços
Como portas se fechando a passos antigos.
E como barcos já zarpam de mim
Os rejeitos que aprendi de memória.
Sem remédio já sei
Onde vou parar,
Que não tenho diante de você outra chance.
Continuo caindo,
Continuo caindo,
Seu amor como uma bomba-relógio
Que a mecha acende em seus olhos
Vai direto para me explodir por dentro
Continuo caindo,
Continuo caindo,
De seda vejo o pavimento.
Eu sei e não me importa,
Derruba minha altivez
Como estátua de sal
Quando começou a chover.
Naufrago com lápis, com garrafa e sem papel.
E você me ofende de "incondicional"
e me arranha com um beijo.
Para você sou isso e nada mais
Só uma amizade… com sexo.
E você dorme tranquila, depois de beber
Minha atenção e minha proteção, misturados com chá,
Sonho dentro e você vai
Onde é a mulher,
Que nem sabe que está,
Só eu posso ver:
Continuo caindo,
Continuo caindo,
Seu amor como uma bomba-relógio
Que a mecha acende em seus olhos
Vai direto para me explodir por dentro
Continuo caindo,
Continuo caindo,
De seda vejo o pavimento
Digo mal
De seda não…
Mas sim uma nuvem de sentimentos gigantes.
Talvez quando você acordar eu já esteja longe
Digo isso para mim mesmo, para meus silêncios
Talvez como um rio… caso você sinta sede,
Caso você sinta sede.
Continuo caindo,
Continuo caindo,
Seu amor como uma bomba-relógio
Que a mecha acende em seus olhos
Vai direto para me explodir por dentro
Continuo caindo,
Continuo caindo,
De seda vejo o pavimento
Eu sei e não me importa,
Derruba minha altivez
Como estátua de sal
Quando começou a chover.
Naufrago com lápis, com garrafa e sem papel.
Ingênuo,
Acreditando que jamais
Voltarei a cair.